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sábado, 16 de novembro de 2013

Governo: Afinal, depois da Irlanda, já não há discurso papão!!!

Há coisas fantásticas!!! Até agora, o governo teve sempre chamado "discurso papão". Uma espécie de - ou é assim, como nós dizemos, ou vem aí o segundo resgate - sempre com os olhos virados para o povo, para o PS e para o Tribunal Constitucional. Depois, com uma chuva de críticas, vindas de todos os lados, menos de Belém, acenou com o programa cautelar, uma esperança, um seguro, dizia Portas. Com o prognóstico Machete as coisas azedaram, como se sabe. 
Mas eis que Irlanda veio dizer que terminava a intervenção da  "sua "Troika e que se iam aos mercados e nem precisavam de  programa cautelar. Foi o pânico no governo. E, repentinamente, Passos Coelho e a sua antiga professora, a ministra das Finanças, deixam de falar em segundo resgate, fazem peito, e dizem mais ou menos assim: nós também poderemos fazer como a Irlanda, vamos aos mercados, "de carrinho", e sem programa cautelar. Adeus discurso papão. Em dias, tudo se modificou. Finos!!!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Indicadores económicos de Portugal muito inferiores aos da Irlanda

Portugal saiu da recessão técnica e evidencia já um crescimento económico, no mesmo dia em que a Irlanda anuncia que vai regressar aos mercados sem recorrer a um programa cautelar. Os dois países com assistência financeira estão no entanto em situações distintas. 

No mercado secundário da dívida a dez anos, os juros da divida portuguesa estavam hoje nos 5,9%, enquanto a Irlanda se podia financiar a 3,5%. Se olharmos para o desemprego Portugal registava em Setembro 16,3 enquanto que a Irlanda 13,6%. O défice dos dois países tem previsões diferentes também para este ano: 5,5% para Portugal, 7,5% para a Irlanda - isto depois de os irlandeses terem atingido desde o início do resgate um défice histórico de mais de 30%. (António Esteves Martins/Pedro Escoto)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

ANGOLA - Declaração de António José Seguro

Síntese - "A normalidade do relacionamento existente entre Portugal e Angola foi perturbada por
incidentes e declarações que podem pôr em causa o excecional trabalho desenvolvido pelos agentes económicos de ambos os países, com vantagens mútuas e amplamente reconhecidas" (...) "Mais do que uma mera relação entre governos e parceiros económicos, podemos e devemos reforçar a relação de amizade entre os nossos dois povos. Angola e Portugal têm tudo para construir um espaço de prosperidade partilhada que traz benefícios concretos aos portugueses e aos angolanos. É isso que deve ser feito. Essa deve ser a aposta estratégica dos nossos dois países"


(LUSA) "O secretário-geral do PS manifestou hoje "grande preocupação" perante a "crescente tensão" diplomática entre Portugal e Angola, responsabilizando o executivo português pela "lamentável deterioração" das relações, e apelou a um urgente "espírito de compromisso".
Estas posições de António José Seguro constam de uma declaração escrita enviada à comunicação social, após o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, ter hoje considerado que "o clima político atual" da relação entre Portugal e Angola "não aconselha à construção da parceria estratégica antes anunciada" entre os dois países.
António José Seguro refere que "é com grande preocupação que o PS acompanha a crescente tensão diplomática que, nos últimos dias, se criou entre Angola e Portugal".
"A normalidade do relacionamento existente entre Portugal e Angola foi perturbada por incidentes e declarações que podem pôr em causa o excecional trabalho desenvolvido pelos agentes económicos de ambos os países, com vantagens mútuas e amplamente reconhecidas", começa por salientar o líder socialista.
Por essa razão, segundo Seguro "o PS não pode deixar de voltar a criticar o Governo português que, num momento tão delicado como o atual, contribuiu para uma lamentável deterioração das relações bilaterais, afetando a dignidade e os interesses do nosso país".
"Como força política com responsabilidades de Estado, o PS tem o dever de apelar para que o espírito de compromisso prevaleça nesta questão. As mais altas autoridades, tanto em Portugal como em Angola, devem empenhar-se no esforço de normalização política que consideramos indispensável e urgente", frisa.
Na sua declaração escrita, o secretário-geral do PS defende que a relação entre Portugal e Angola "vai para além da economia e dos negócios".
"Mais do que uma mera relação entre governos e parceiros económicos, podemos e devemos reforçar a relação de amizade entre os nossos dois povos. Angola e Portugal têm tudo para construir um espaço de prosperidade partilhada que traz benefícios concretos aos portugueses e aos angolanos. É isso que deve ser feito. Essa deve ser a aposta estratégica dos nossos dois países", acrescenta o secretário-geral do PS."

sexta-feira, 29 de junho de 2012

SELEÇÃO RECEBIDA EM FESTA, ALEMANHA DESFEITA EM LÁGRIMAS

A SELEÇÃO PORTUGUESA FOI RECEBIDA EM FESTA. Fizeram um campeonato de grande nível. "Mas se o polvo Paulo ficou pelo caminho com os bons resultados de Portugal, agora é a vez do presidente da UEFA, Michel Platini, verem furadas as suas previsões de uma final Alemanha – Espanha." OS ITALIANOS (Super Mário Balotelli) VENCERAM OS ALEMÃES. Tudo leva a crer que que MERKEL E PLATINI poderiam "comemorar" juntos.



terça-feira, 26 de julho de 2011

JUROS DE PORTUGAL SOBEM EM QUASE TODAS AS FRENTES

TALVEZ O GOVERNO, ONTEM OPOSIÇÃO, POSSA EXPLICAR - Infelizmente, Portugal, depois da Espanha e Itália, volta a ser "castigado" pelos mercados nos títulos da dívida. Afinal o que ganhou o  PRESIDENTE DA REPÚBLICA ao estimular uma CRISE POLÍTICA? Só sabemos que PORTUGAL PERDEU!
Mafalda Aguilar
"Os mercados voltaram a castigar os títulos de dívida de Portugal. A incerteza voltou aos mercados, depois dos leilões de Espanha e Itália.
Os investidores estão hoje a castigar as Obrigações do Tesouro (OT) de Portugal no mercado secundário, depois das tréguas dos últimos dias, na sequência da aprovação do novo pacote de ajuda à Grécia e da flexibilização do fundo europeu de estabilização financeira, na semana passada.
A taxa exigida pelos mercados para transaccionar títulos de dívida soberana portuguesa a dez anos sobe para 11,165%.
No mesmo sentido, o juros das OT a cinco anos, que avança para 15,463%. Apenas as ‘yields' a dois e 30 anos seguem em queda, para 15,310% e 9,053%, respectivamente.
Isto depois de o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter afirmado ontem que Portugal só vai sair da recessão no início de 2013, sublinhando que até esse ano a riqueza do País terá recuado para níveis de 2014.
Olhando para os juros da Irlanda, a tendência é também de subida. O juro da OT a dez anos cresce até aos 12,985%, ao mesmo tempo que as taxas a dois e cinco anos sobem até aos 16,131% e 13,334%, respectivamente."

quinta-feira, 23 de junho de 2011

AGORA, PORTUGAL É DIFERENTE DA GRÉCIA, PARA MELHOR. SÓ AGORA?!

Passos Coelho faz a estreia em Bruxelas. Foi em económica. Faz como eu. É um bom exemplo.

Vai reafirmar a fiabilidade de Portugal ou seja: os compromissos assumidos para a ajuda financeira são para cumprir, tal como demonstrou o anterior Governo ao baixar o défice em 89% nos primeiros cinco meses de 2011.
Vai reafirmar o que anterior Primeiro Ministro sempre disse: Portugal é diferente da Grécia, para melhor e que as contas portuguesas são escrutinadas e fiáveis.
Entretanto, avisa que o PEC V é mais exigente do que o PEC IV que chumbou; que os sacrifícios e o desemprego vão aumentar e que a crise é enorme e internacional. Então qual foi o benefício? O de ter entrado a “Troika”, como sempre desejou.

Ao mesmo tempo dirá que a culpa é apenas nacional e foi dos outros; que “Portugal não pode falhar”, refrão repetido por Durão Barroso e Cavaco Silva, sempre em uníssono.
São os tempos, democraticamente escolhidos, diga-se! Há que respeitar