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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Coliseu de Roma - Vespasiano (...) uma política de pão e circo,

Em março de 2009, o Coliseu de Roma numa tarde de trovoada e sol. Foi construído entre 70 e 90 d.C. Iniciado por Vespasiano de 68 a 79 d.C., mais tarde foi inaugurado por Tito por volta de 79 a 81 d.C., embora apenas tivesse sido finalizado poucos anos depois. Empresa colossal, este edifício, inicialmente, poderia sustentar no seu interior cerca de 50 000 espectadores[1] , em três andares. Durante o reinado de Alexandre Severo e Gordiano III, foi ampliado com um quarto andar, podendo abrigar então cerca de 90 000 espectadores. Finalmente foi concluído por Domiciano, filho de Vespasiano e irmão mais novo de Tito, por volta de 81 a 96 d.C..
Vespasiano, fundador da dinastia Flaviana, decidiu aumentar o moral e auto-estima dos cidadãos romanos e também cativá-los com uma política de pão e circo,[3] demolindo o palácio de Nero e construindo uma arena permanente para espectáculos de gladiadores, execuções e outros entretenimentos de massas. 
Vespasiano começou a sua própria remodelação do lugar entre os anos 70 e 72, possivelmente financiada com os tesouros conseguidos depois da vitória romana na Grande Revolta Judaica, no ano 70. Drenou-se o lago e o lugar foi designado para o Coliseu. Reclamando a terra da qual Nero se apropriou para o seu anfiteatro, Vespasiano conseguiu dois objectivos: Por um lado realizava um gesto muito popular e por outro colocava um símbolo do seu poder no coração da cidade. Mais tarde foram construídos uma escola de gladiadores e outros edifícios de apoio dentro das antigas terras da Casa Dourada, a maior parte da qual havia sido derrubada.

sábado, 6 de junho de 2015

(Fotos) Convenção PS - António Costa abriu a discussão do programa de Governo

Tudo foi diferente e melhor. António Costa assumiu uma atitude de partilha. Disse ao que vinha e mostrou com quem vinha. Mário Centeno, Maria Manuel Leitão Marques, António Vitorino e tantos outros que o acompanharam explicaram ao pormenor tudo aquilo que António Costa sublinhou como opções políticas principais. Parece ter acabado o ciclo do "one man show" e ter começado um outro, o do trabalho de equipa, mais assertivo, mais rigoroso e com outra credibilidade. É uma diferença enorme.

João Tiago Silveira sublinhou a participação de todos no programa de Governo, atitude inédita num partido político que se apresenta a eleições, mas que lembrou ter sido esse o caminho que escolhemos em Viseu, em 2013, para construir o programa autárquico. Foi proposto por uma equipa de voluntários e colocado a discussão pública durantes meses. 

Correia de Campos, o organizador da Convenção, abriu os trabalhos dirigindo uma saudação a todo o Coliseu, sublinhando o esforço coletivo. Marcos Perestrelo, presidente da Federação de Lisboa foi o anfitrião e na sua intervenção, politicamente robusta desmontou as 9 generalidades que a coligação, à pressa, tinha alinhado, sem uma ideia ou uma única proposta. Vamos começar o segundo dia de discussão. No final submeteremos a sufrágio o texto final.