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sexta-feira, 27 de junho de 2014

PR convoca Conselho de Estado - Síntese

António Seguro tinha solicitado ao PR, há bem pouco, a convocação urgente do Conselho de Estado. Cavaco disse que não era pressionável. Muito bem, ninguém o pressionou. Apenas se fez um apelo à sua responsabilidade. Demorou, mas vamos ter Conselho de Estado,
"A convicção em Belém é de que, nomeio de três campanhas eleitorais, o próximo ano não será propício a decisões políticas relevantes pelo Governo no plano das reformas estruturais e da consolidação orçamental - muito menos à obtenção de consensos políticos sobre o cenário exigente que o país enfrenta. 
Por isso, o Presidente da República defende que o trabalho para um entendimento político alargado tem de começar já. O primeiro passo formal foi dado ontem com a convocação do Conselho de Estado, para o próximo dia 3, para debater a situação política e económica. 
Como disse no discurso do dia 10 de junho, Cavaco Silva queria um acordo entre partidos alcançado até ao Orçamento do Estado deste ano (outubro), mas a disputa de liderança que se vive no PS dificulta este entendimento. 
Os conselheiros da ala do PS - Seguro, Manuel Alegre e Mário Soares - vão dizer de novo que um eventual compromisso alargado só pode acontecer se as legislativas de outubro de 2015 foram antecipadas já para este ano".

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PASSOS FINGE QUE RECUA NA TSU. NÃO APRENDEU NADA!

VÍTOR GASPAR ENTERROU A ECONOMIA E A COLIGAÇÃO - "chamado a capítulo", ao Conselho de Estado, fica, tal como o 1º Ministro, ferido de morte. O próprio Conselho de Estado também não fica melhor. O Presidente não avaliou bem. Percebo que tenha escolhido o único que pode explicar aquilo de que  todos discordam .... mas chamar ao Conselho de Estado?! E à velocidade que o ministro fala é melhor os conselheiros levarem o almoço de casa. Já não há governo! NÃO PASSAM CÁ OUTRO NATAL!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

CONSELHO DE ESTADO APELA AO DIÁLOGO QUE O GOVERNO NEGA

 Económico
AFINAL, QUE DIÁLOGO? O Governo não consultou o PS, em Setembro, quando modificou e assinou com a TROIKA o novo memorando; prometeu que em Agosto e Setembro consultaria os partidos políticos para Reorganização administrativa do País e não o fez, até hoje; Avançou com um OE 2012 e cortes brutais, nomeadmente nos subsídio de férias e  Natal e nada disse a ninguém

"Conselho de Estado apelou ao diálogo entre as forcas políticas e sociais no quadro do Orçamento e ao cumprimento do acordo com a troika.
"No momento em que, na Assembleia da República, decorrem os trabalhos para a aprovação do Orçamento do Estado para 2012, o Conselho de Estado apela a todas as forças políticas e sociais para que impere um espírito de diálogo construtivo capaz de assegurar os entendimentos que melhor sirvam os interesses do País, quer a estabilização financeira, quer o crescimento económico, a criação de emprego e a preservação da coesão social", pode ler-se num comunicado publicado na página da Internet da Presidência da República.
O tema do memorando da troika foi também debatido no órgão consultivo do Presidente da República, numa reunião que durou mais seis horas, sendo que "os Conselheiros de Estado reconheceram que, na actual conjuntura, a salvaguarda do superior interesse nacional assenta no cumprimento das exigentes metas que o Estado português subscreveu". A nota da Presidência sublinha ainda que "o consenso político em torno daquele programa constituiu-se em garantia de que Portugal honrará os seus compromissos e revelou-se uma importante vantagem no plano internacional".
Mais, o Presidente e os 19 conselheiros de Estado manifestaram a "confiança em que Portugal saberá estar à altura dos desafios que tem à sua frente e em que será uma voz activa em defesa da moeda única e do reforço dos princípios da coesão e da solidariedade que alicerçam, desde há várias décadas, o projecto da construção europeia".
Por último, "o Presidente da República e os Conselheiros de Estado entenderam ainda transmitir aos seus concidadãos uma mensagem de esperança, na certeza de que Portugal saberá ultrapassar as dificuldades com que actualmente se defronta, sendo essencial que os Portugueses congreguem esforços e vontades e tenham uma atitude activa de cooperação e solidariedade"