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domingo, 16 de setembro de 2012

SEPARADOS PELOS INTERESSES - JUNTOS PELOS INTERESSES

PASSOS COELHO E PAULO PORTAS travam um combate feroz pela hegemonia dos respetivos interesses que, NÃO É POR ACASO, não são os do país. Precipitados no derrube do governo anterior, apresentaram-se sem soluções. Agora detestam-se.
Qualquer cidadão experiente com a 4ª classe faria melhor. Bastava ser sério, ter princípios e preocupar-se com o seu povo. 
Governar, "assaltando com a caneta" para satisfazer clientelas é agora uma evidência. O Povo saiu à rua. 

Retirar-lhes 7% dos seus magros salários para entregar às empresas não lembra ao diabo. Confiscar-lhes 3 vencimentos, não há memória. Aumentar-lhe todos os bens de consumo, só de irresponsáveis. Dizer que estão surpreendidos com o desemprego, como quem bebe um copo de água, é uma leviandade. TRAIR OS REFORMADOS É MESMO ISSO, UMA TRAIÇÃO!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

GOVERNO VOLTA A CORTAR NAS PENSÕES - 15%

PAULO PORTAS TEM MUITO QUE EXPLICAR - o corte nas pensões vem de um ministro do CDS, partido que se esgotava em "berros" na defesa dos reformados. Tal como nos aumentos dos combustíveis, Portas fica em silêncio ... e o corte lá vem. De Passos Coelho nada se espera, do governo muito menos e, agora, do CDS governativo os SINAIS de fraqueza do "DITO POR NÃO DITO" são diários.

domingo, 15 de janeiro de 2012

JORNAL PÚBLICO - DEBANDADA DE VEREADORES DO PSD E CDS

PSD E CDS - ABANDONAM AS CÂMARAS - "à tripa forra" diria Aquilino. PEDRO E PAULO ENTENDERAM-SE. Passos Coelho, a menos de 2 anos das eleições autárquicas, organiza a campanha "abrindo espaço nas autarquias" para as segundas linhas assumirem a presidência. As empresas e instituições do Estado abrem as PORTAS e sentam-nos à "MESA DO ORÇAMENTO". OS NOSSOS SUBSÍDIOS CONFISCADOS PAGAM TUDO!
Fundão, Porto, Aveiro, Nelas ... portodo o país, auatarcas do PSD e CDS mandaram o voto às urtigas e atiram-se ao pote.

sábado, 14 de maio de 2011

PORTAS E PASSOS COELHO DISCUTEM MINISTÉRIOS - SÓ QUE AINDA NÃO FORAM A VOTOS

Falaram como se já tivessem ganhado as eleições. Discutiram mesmo qual dos dois seria primeiro Ministro. Passos Coelho quer uma AR com 181 Deputados. Portas apenas 115. Manuela Ferreira Leite diria melhor: "interrompe-se a democracia 6 meses". Sim, mas para onde foram as propostas concretas, aquelas que todos os portugueses percebem? Nada. Apenas intenções gerais. Ora, ora! Ah, também criticram o Sócrates, mas isso jão não é noticia!

"O duelo televisivo ontem, na SIC, entre Passos Coelho e Paulo Portas saldou-se num debate sobre um acordo pós-eleitoral sem PS e José Sócrates para governar o País e as diferenças sobre programas de Executivo para cumprir o acordo de ajuda externa.
Se é um dado adquirido que o líder ‘laranja’ conta com o CDS-PP para formar governo, Passos ouviu do presidente centrista, o discurso de que as "maiorias absolutas obtêm-se quando o povo as quer dar" e que Portugal precisa "de mais um candidato a primeiro-ministro". Pela primeira vez, assumiu como objectivo liderar um executivo de Direita, com maioria no Parlamento.
Perante discurso mais acutilante de Portas, Passos sorriu e até lembrou que um resultado eleitoral que obrigasse a colocar em São Bento PSD, PS e CDS "seria uma salada russa que não daria força a um governo" para se alcançar uma mudança no País.
O presidente centrista, sem o dizer, concordou, mas optou por tentar descolar dos sociais-democratas e recordou que se tivessem ido a votos em conjunto, ter-se-ia poupado muitos problemas ou embaraços"programáticos" aos sociais-democratas.
O debate crispou-se num momento em que Portas acusou o PSD de ter sido "uma muleta" de José Sócrates sem necessidade.
O presidente ‘laranja’ não gostou e avisou que o partido não é "muleta de ninguém".

Sobre a redução da Taxa Social Única, Portas divergiu do PSD: "Um ponto ou dois pontos não têm praticamente nenhum efeito". O líder do CDS comentava o facto de o PSD querer reduzir a taxa de forma gradual em 4 pontos percentuais.
Mais, revelou que perante a "troika’ de ajuda externa, ficou com a ideia de "quereriam aumentar a taxa máxima " de IVA para compensar a redução da T.S.U.

Passos garantiu que não defende o aumento da taxa de IVA de 23 para 25%.

O CDS vai propor a redução para 115 deputados."