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quinta-feira, 12 de junho de 2014

A carta escondida? Afinal, quase mais 7 mil milhões de austeridade

O BdP, de Carlos Costa, considera que a consolidação só ficará completa com austeridade equivalente a 4% do PIB. É a notícia comum às capas da generalidade dos diários. Trata-se de quase 7 milmilhões.
A carta da Troika escondida, os insucessos do governo, a queda do PIB no 1º trimestre, um défice de 5,6% no mesmo período, a maior queda europeia nas vendas a retalho ou regressão das exportações já deixavam adivinhar a fragilidade da narrativa  governamental do oásis.
As boas notícias do governo que falam em diminuição do desemprego, esquecendo a emigração, os POC, os estágios não remunerados ou o conceito de emprego para quem, por exemplo, trabalhe apenas uma hora, não enganam. 
O mesmo se passa com o festejo de juros mais baixos (esta sim, uma boa notícia), como se estes não acontecessem em toda a Europa e não decorressem da mudança de atitude do BCE, tão reclamada por António Seguro durante três anos e tão criticada pela maioria e os seus comentadores oficiais. Passos Coelho e Vitor Gaspar disseram mesmo ao Secretário-geral do PS que as suas reivindicações eram "perigosas". Quanto tempo perdido.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Última Hora - CE diz que Governo falha défice ... precisa mais austeridade

Ultima Hora (SIC N) Previsões da CE para Portugal"Para cumprir a meta do défice deste ano, Portugal vai tomar medidas adicionais. Sem novas medidas desvio de 0,5% em 2013 levaria défice português aos 6%. Buraco de 820 milhões de euros na execução orçamental, já depois de usada a reserva orçamental." 
Quer dizer, a Maioria acaba de aprovar, sozinha, os O. Retificativo, o OE 2014 e as medidas de austeridade. E agora, acabámos de saber, que não chega é preciso mais austeridade  Motivo? a Maioria voltou a falhar a execução orçamental. Nada de novo, portanto!!!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Em 2013 - 5 mil milhões perdidos para a austeridade - o défice falhou, NOVAMENTE!

Síntese - Passos e Portas falharam. É preciso mais algum facto concreto para provar isso? "Em relação a 2013, que influenciará o Orçamento para 2014, a marca é cinco mil milhões de euros de austeridade, todo o enorme aumento de impostos perdido para a recessão".

"Depois de cinco mil milhões de euros de austeridade em 2013, o défice que vai passar para 2014 é o mesmo do que quando começámos o ano. Os sacrifícios dos portugueses foram todos perdidos para a austeridade provocada pelas próprias políticas recessivas do Governo" (Pedro Marques - vice-presidente do GP PS),
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(LUSA) O PS considerou hoje que a proposta de Orçamento para 2014 contém um "novo" e "brutal" pacote de austeridade e revela que os sacrifícios pedidos aos portugueses em 2013 foram totalmente perdidos para a recessão.
A posição foi transmitida pelo vice-presidente da bancada socialista Pedro Marques, após a ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, ter apresentado a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2014.
De acordo com Pedro Marques, "em relação a 2013, que influenciará o Orçamento para 2014, a marca é cinco mil milhões de euros de austeridade, todo o enorme aumento de impostos perdido para a recessão".
"Depois de cinco mil milhões de euros de austeridade em 2013, o défice que vai passar para 2014 é o mesmo do que quando começámos o ano. Os sacrifícios dos portugueses foram todos perdidos para a austeridade provocada pelas próprias políticas recessivas do Governo", sustentou o dirigente do Grupo Parlamentar do PS.
Pedro Marques observou depois que, ao contrário do que fora dito há dias [pelo vice-primeiro-ministro] Paulo Portas verifica-se "afinal um novo e brutal pacote de medidas de austeridade, caso dos cortes de pensões ou do muito maior corte de salários na função pública"
A proposta de Orçamento hoje entregue no parlamento pela ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, prevê que "uma redução remuneratória progressiva entre 2,5 por cento e 12 por cento, com caráter transitório, às remunerações mensais superiores a 600 euros de todos os trabalhadores das administrações públicas e do Setor Empresarial do Estado, sem qualquer exceção, bem como dos titulares de cargos políticos e outros altos cargos públicos".
No documento, o Governo refere que o défice orçamental deste ano vai atingir 5,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), superando os 5,5 por cento estabelecidos para 2013 entre o Governo e a 'troika' (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional) e aponta para um crescimento económico de 0,8 por cento e uma taxa de desemprego de 17,7 por cento em 2014.
PMF // SMA

Mentiram, esconderam e o Governo disse ao país que não havia mais nenhum pacote de austeridade

Na função pública, reformados, educação e saúde contribuem com 82% dos cortes. Apenas 4% vêm da banca, petrolíferas e redes de energia. A ministra "petisca" 50 milhões na banca e arrasa 100 milhões nas pensões de sobrevivência. "Esmagados", "Austeridade Desigual", "Choque no Estado", "Cortes para além da Troika" são títulos de jornais. Esconderam tudo antes das eleições autárquicas. Portas fez o discurso da mentira. Passos Coelho já não existe. Incompetência. E tudo isto para quê, se nem o défice de 2013 cumprimos? Em 2014 será pior. Preparam-se os cortes par 2015. O Povo vai sair à rua.



sábado, 4 de maio de 2013

I - PASSOS de Miséria - Não há melhor síntese - Tem de sair

Mais do mesmo e com mais força. O governo voltou a falhar - ainda não deixou de falhar - todos os objetivos e compromissos.
Este garrote já nada tem a ver com o memorando inicial ou a crise internacional. Diz apenas respeito à incompetência do governo. 
E se isto é mau para todos, em geral, é uma cobardia para a Função Pública". Assim qualquer marginal pode governar. Vai acabar mal dr. Passos Coelho. 
Imagino o orgulho que o Presidente não sentirá com este governo de sua iniciativa, presidencial.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A CAPA DO "I" DIZ TUDO SOBRE O QUE NOS ESPERA

(Montagem das fotos do governo na capa do "I")
Síntese - O CLIMA É DE MEDO - "diz" a sugestiva capa do jornal "I". Afinal vem aí ainda mais austeridade. O que ouvimos do 1º Ministro terão sido apenas aperitivos? É o que parece. 
O governo nunca ouviu o PS antes de nos surpreender com medidas tão esdrúxulas! O governo, agora, quer propostas do PS? Muito bem! O PS já APRESENTOU 356. Então por que motivo chumbou 90% das que fez sobre economia, finanças e trabalho? Quer ainda mais? Para quê? PARA CHUMBAR? 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Troika admite FRACASSO DO GOVERNO e AUMENTO DO EMPRÉSTIMO a Portugal

O programa acordado entre Portugal e a troika pode sofrer um ajustamento no futuro, mas por agora está adaptado à realidade económica, pelo que ainda é cedo para pensar num aumento do envelope financeiro de 78 mil milhões de euros.
«Mudanças podem ser implementadas no programa, mas de momento não é altura de pensar num envelope [financeiro] mais elevado ou seja o que for. De momento, o programa está bem e a correr bem», afirmou Jürgen Kroger, da Comissão Europeia, durante a conferência de imprensa da troika em Lisboa.
Ainda assim, o responsável referiu que os peritos da troika estarão atentos às mudanças nas condições económicas para «ajustar o programa às condições económicas».
Também Poul Thomsen, do Fundo Monetário Internacional, afirmou que o programa é «ambicioso» mas «viável», pelo menos para já.
«Se a economia viesse a ter um resultado pior do que esperado teríamos rever tudo, mas neste momento achamos que as políticas são ambiciosas mas adequadas», considerou Poul Thomsen.
Lusa/SOL