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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Andreia Coelho, um olhar sobre a atividade do PS Viseu

Foi uma das muitas intervenções na passada terça-feira, durante a Assembleia Geral de  militantes "(…) Muito falta ainda fazer, mas tenho que congratular o trabalho que vem sendo feito pela Vereação e Assembleia Municipal do Partido Socialista, bem como pelas Juntas de Freguesia e Concelhia.
Assim, cabe-me referir, que o ultimo ano foi para o PS um ano de propostas e de marcação da agenda política, em contraponto à maioria, para quem este mesmo período ficou assinalado, insolitamente, por uma oposição dura de Almeida Henriques a Fernando Ruas e por eventos de fachada.

Mas concretizando:
Um “ano de propostas”. Ficam alguns exemplos:
Candidatura de Viseu à Rede Europeia de Cidades Amigas das Pessoas Idosas, celebração do Dia Municipal para a Igualdade, redução de coeficientes de localização, Gabinete de Apoio à Agricultura e ao Desenvolvimento Rural, campo de férias para crianças de famílias carenciadas, as 52 medidas para o Centro histórico.
Por sua vez, foi também um ano de “marcação da agenda política”, que se traduziu por obrigar a maioria à discussão e ou tomada de posição sobre matérias bem conhecidas.

 Concretizando:
GestinViseu, Políticas de Igualdade e Solidariedade Social, corredor ferroviário, ligação Viseu-Coimbra, linhas aéreas, reorganização do mapa judiciário, criação ou preservação de serviços, Centro Oncológico, reabilitação do parque escolar, transparência para o Centro Cultural Distrital, entre muitas outras.
Mas como contra factos não há argumentos, e tudo isto está mais do que documentado, pergunto ainda, a título exemplificativo:
Quem trouxe a público a estratégia para o crescimento económico e emprego, designadamente a Reforma fiscal municipal, com a definição dos espaços empresariais e respetiva oferta a preços de concorrência (trocar m2 por empregos)? Ou a transformação estrutural do Multiusos para captação de eventos de grande dimensão? Ou a introdução de regras e instrumentos para a equidade fiscal, designadamente, preços da água e programa de recuperação de alçados? Tudo isto é património do último ano do PS!
De realçar ainda, o nosso grupo parlamentar na Assembleia Municipal, que pela excelência das suas intervenções, tem sido considerado por muitos, como o melhor e mais ativo que o PS alguma vez teve.
O desempenho responsável dos vereadores e dos deputados municipais, como, aliás, a maioria já admitiu publicamente, é a tradução de uma atitude construtiva e constante de todos, de trabalho de proximidade, de muita informação, de muita atividade pública, de voz forte, é a tradução de um trabalho estratégico e de parcerias que tem sido desenvolvido com todos, com realce para a concelhia.

Agora, fica a advertência, para o bem e para o mal, o PS e os seus camaradas não podem andar distraídos.
É preciso dar mérito a quem o tem e dize-lo sem qualquer pudor, desde logo por uma questão de justiça, mas também cabe a cada um de nós, enquanto militantes, nos sentirmos empenhados e responsáveis, pelo futuro que queremos para o PS, até porque se calhar, muitas vezes, isso implica sacrifícios, profissionais e pessoais.

É assim necessário que as boas sementes frutifiquem, e para que tal aconteça só vejo uma hipótese, a futura história do PS Viseu tem que ser construída com o contributo de todos, e de uma vez por todas temos de assumir que o nosso único e verdadeiro adversário, não está cá dentro mas lá fora, e temos que o enfrentar, porque é ele que tem castrado o desenvolvimento socioeconómico do concelho e com isto frustrado os jovens e o empreendedorismo."

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Viseu - Assembleia Geral: de militantes, Federação e Deputados

Adelaide Modesto, presidente da Concelhia do PS, realizou ontem na Associação Comercial de Viseu, uma assembleia geral de militantes. Fernando Bexiga, em substituição de Ribeiro de Carvalho, com Andreia Coelho, também membro da mesa, conduziu os trabalhos  em que participou o presidente da Federação, António Borges. Estiveram também presentes o deputado Acácio Pinto, o ex-deputado e ministro da Saúde Correia de Campos e a vereadora independente Rosa  Monteiro.
A anfitriã abriu a reunião com uma síntese da atividade política mais relevante, sobretudo no que respeita e caracterizou o primeiro ano da mandato autárquico. De seguida  António Borges que exprimiu o ponto de vista da Federação, quer na organização interna, quer nas prioridades políticas externas. 
Correia de Campos, Helena Rebelo, Carlos Portugal, Cristina Fonseca, Alexandre Pinto, Miguel Ginestal, Andreia Coelho, José Reis, Lúcia Silva, Joaquim Alexandre, José Junqueiro e João Paulo Rebelo animaram o debate.
O sentimento geral foi muito positivo e foi elogiado o trabalho de Adelaide Modesto e da sua equipa, tal como o dos vereadores, deputados municipais e presidentes de junta. 
De facto, depois de um ano de mandato preenchido com eleições europeias e múltiplas eleições internas, foi preciso engenho e arte para construir uma linha de atuação participada por todos. 
Ficaram fortes críticas ao Governo e para a autarquia, entre muitos aspetos abordados, ficou a marca do primeiro ano de mandato da maioria de direita: a oposição do PSD de Almeida Henriques ao PSD de Fernando Ruas.