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sábado, 15 de dezembro de 2012

Emprego diminui 4,1% e desemprego aumenta 19,6%


ECONOMIA FALHA - a equipa do ministério da Economia continua a degradar o EMPREGO. O número de pessoas com emprego em Portugal caiu 4,1% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2011, um recuo superior à média da zona euro, que foi de 0,7%, indica o Eurostat. Portugal manteve a tendência de queda, ainda que o recuo tenha sido ligeiramente inferior às quebras de 4,2% registadas nos dois primeiros trimestres deste ano
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego aumentou 19,6% em novembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo os 697.789 desempregados. De acordo com a Informação Mensal do Mercado de Emprego publicada hoje pelo IEFP, estavam inscritos nos centros de emprego de todo o país mais 114.369 pessoas que há um ano. Em comparação com o outubro, o número de desempregados aumentou em 2.789 pessoas.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O GOVERNO, FINALMENTE, LEMBRA-SE DA EUROPA E DAS RAZÕES DO PS

ÁLVARO, DE SAÍDA, AFIRMA O QUE DEVERIA TER DITO DE ENTRADA: "Europa tem de perceber, sem crescimento não resolveremos o problema da dívida" - depois de ano e meio, bem vindo às teses de António Seguro e do PS -  admite esta evidência já em desespero - deveria, no entanto, tentar explicar isso dentro do seu próprio governo, a Passos Coelho, um 1º MINISTRO EM ESTADO DE NEGAÇÃO.

terça-feira, 8 de maio de 2012

MINSITRO DA ECONOMIA DESPEDIDO DO "QREN" - VITOR GASPAR PASSA A MANDAR

Síntese - O governo “vem confirmar que a tutela das verbas do QREN passa para as Finanças e, se calhar, é por isso que estão congeladas, porque a verdade é que há uma série de investidores – públicos e privados – que não têm verbas do QREN"...“há largos meses as verbas do QREN estão paradas, porque a lógica é passar da economia para a consolidação orçamental”. (Basílio Horta)


O PS criticou hoje o congelamento das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), afirmando que o Governo pretende usá-las na consolidação orçamental em detrimento do apoio à economia.
O decreto-lei publicado hoje em Diário da República “vem confirmar que a tutela das verbas do QREN passa para as Finanças e, se calhar, é por isso que estão congeladas, porque a verdade é que há uma série de investidores – públicos e privados – que não têm verbas do QREN, sempre com a desculpa que está a ser requalificado”, afirmou à Lusa o deputado do PS Basílio Horta.
O deputado e antigo presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) disse que “há largos meses as verbas do QREN estão paradas, porque a lógica é passar da economia para a consolidação orçamental”.
“E isso é um erro gravíssimo”, considerou.
O decreto-lei publicado hoje define que, a partir de terça-feira, a gestão dos fundos comunitários é assegurada por uma comissão interministerial liderada pelo Ministério das Finanças.
Esta mudança na coordenação das verbas nacionais de fundos comunitários, até agora nas mãos do ministro da Economia, é justificada pelo Governo com a necessidade de “redefinir a estratégia” de utilização dos fundos face às “atuais dificuldades de equilíbrio de contas públicas” e de acesso a financiamento.
O objetivo, acrescenta o Governo no preâmbulo do diploma, é “alavancar o montante das verbas atualmente disponível por via desses fundos e, assim aumentar os apoios e os financiamentos disponíveis para iniciativas e atividades de entidades públicas e dos demais agentes económicos”.
No início de março, esta alteração de gestão do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) causou polémica devido à subalternização do Ministério da Economia na gestão das verbas comunitárias que, na altura, chegou a afirmar no Parlamento que continuava no seu ministério a tutela dos fundos comunitários.
A comissão interministerial foi criada para funcionar durante a vigência do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal (PAEF), até setembro de 2014, e integra membros dos ministérios dos Negócios Estrangeiros, Administração Interna, Economia e Emprego, Agricultura, Educação e Ciência e Solidariedade e Segurança Social, mas outros membros do governo podem ser chamados a participar.
O presidente da Associação Nacional de Municípios “pode participar” nas reuniões, sendo convocado nas matérias relevantes para os municípios, mas os representantes dos governos regionais só participam nas reuniões quando os fundos comunitários em discussão tenham implicações nas regiões dos Açores ou Madeira

segunda-feira, 16 de abril de 2012

ESTAMOS PIOR - Insolvências - Crise está a fechar 26 empresas por dia desde o início do ano

Mónica Silvares   16/04/12 00:05

IVA e quebra do consumo arrasam restaurantes. No primeiro trimestre, as insolvências de empresas disparam 51,5%.

A restauração não está a resistir aos aumentos do IVA, nem à quebra do consumo. Segundo os dados da Coface a que o Diário Económico teve acesso, houve um aumento de 143% no número de restaurantes em falência, no primeiro trimestre. Este é apenas um dos muitos sectores em dificuldades. No conjunto dos três primeiros meses do ano houve um aumento de 51,5% nas falências - ou seja, 26 empresas, por dia, fecharam as portas.

As medidas de austeridade, a quebra no consumo das famílias e o aumento do IVA justificam o forte agravamento das insolvências ao nível da restauração. Mas a realidade é ainda mais grave, como explica o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP). "As falências são só uma parte muito pequena dos encerramentos. Trata-se apenas dos estabelecimentos que fecham com comunicação judicial, por existir uma impossibilidade formal em pagar as suas responsabilidades. A nossa estimativa é no comércio e restaurantes as falências representarem apenas 10% do total de encerramentos", sublinha Vieira Lopes, ao Diário Económico.

O secretário-geral da ARESP partilha desta convicção. "O mais grave são os encerramentos silenciosos - estamos a falar de micro e pequenas empresas, familiares - a acontecer ao ritmo de centenas por mês", frisa José Manuel Esteves, acrescentando o alerta de que estes valores "vão disparar a partir de Maio", data em que as empresas têm de pagar o IVA referente ao primeiro trimestre.
O responsável salienta o impacto que estes encerramentos têm na receita fiscal, não só nas perdas de IRC, de IVA e de contributos para a Taxa Social Única, mas também no agravamento das despesas com os subsídios de desemprego.

segunda-feira, 12 de março de 2012

MINISTRO DA ECONOMIA ANUNCIOU MIL MILHÕES QUE NÃO EXISTEM?

O GOVERNO DEU ESPETÁCULO COM FALSO ANUNCIO DE MIL MILHÕES para Moncorvo, a 21/10/2011 - a empresa mineira anglo-australiana não confirma essa intenção. O MINISTRO DA ECONOMIA há 5 meses anunciara com pompa e circunstância aquilo que agora a RIO TINTO (a empresa) considera mera especulação jornalística: o seu interesse na exploração de ferro.  QUANDO A ESMOLA É GRANDE, O POBRE DESCONFIA!

segunda-feira, 5 de março de 2012

O MECONOMIA "JÁ NÃO EXISTE"- MAS O 1º MINISTRO ASSISTIU À DERROCADA DA ECONOMIA EM 8 MESES

ÁLVARO SANTOS PEREIRA JÁ NÃO EXISTE - o ministro da economia foi desautorizado. Retiraram-lhe todos os poderes. Vitor Gaspar é o novo timoneiro. António Borges fica com as privatizações, Miguel relvas com emprego jovem, Paulo Portas com o investimento externo e Pais Antunes salvou a concertação social.  MARCELO, NA TVI, FEZ O EPITÁFIO DO MINISTRO. CREDO!!!

Sem política e sem estratégia o ministro da NÃO ECONOMIA já não existe. Um dia se fará história sobre este desastre e a RESPONSABILIDADE DE PASSOS COELHO. A equipa que o acompanhou despenhou-se com ele. Foi tudo um desastre. AGUARDA-SE, PACIENTEMENTE, A REMODELAÇÃO!

domingo, 4 de março de 2012

ÁLVARO NA MIRA DO PSD - NÃO LHE CONFIAM O "QREN" - TUDO PARADO HÁ 8 MESES

Álvaro na mira do PSD - Helena Pereira*
Tiro ao Álvaro. Na semana que antecede as ‘directas’, em que Pedro Passos Coelho vai ser reeleito líder do PSD, a preocupação do partido chama-se Álvaro Santos Pereira e a actuação do Ministério da Economia.
O PSD aproveitou a reunião do Conselho Nacional, no sábado passado, para bombardear o líder e primeiro-ministro com queixas: TGV, privatização da ANA, portos, crédito às empresas, desemprego. Tudo matérias do ministério da Economia, que ainda anteontem viu, em Conselho de Ministros, lhe ser retirada a coordenação dos fundos do QREN.
O esvaziamento gradual do Ministério da Economia é público: António Borges vai agarrar o dossiê das privatizações, PPP e sector empresarial do Estado, Miguel Relvas, o emprego jovem, Paulo Portas, o investimento externo, enquanto Pais Antunes apareceu como bombeiro de serviço para ajudar o ministro na concertação social.
Na reunião, Passos Coelho fugiu às questões sobre o Ministério da Economia. Não explicou, por exemplo, por que razão as administrações dos portos estão em gestão corrente há meses, para quando a anunciada holding, se o Porto de Leixões vai ficar de fora, como os autarcas do Norte pedem. Não esclareceu como vai ser feita a privatização da ANA, se engloba Portela+1 ou não (o eventual novo aeroporto low cost que pode ser ou no Montijo ou em Sintra) ou se o aeroporto Sá Carneiro ficará de fora do pacote. Quanto ao TGV, também passou ao lado. Isto, depois de ainda recentemente o ministro dos Assuntos Parlamentares ter assumido ao diário espanhol ABC que o Governo português só tem dinheiro para «uma linha de mercadorias forte que una Sines à Europa». A maior parte destas perguntas partiu do ex-deputado Luís Rodrigues, que na Assembleia tinha a pasta das Obras Públicas.
Outra questão que está a preocupar o PSD são as dificuldades de financiamento das empresas. Castro Almeida, autarca de S. João da Madeira, deu exemplo de empresas viáveis que se debatem com falta de financiamento para as suas exportações.
Mas Santos Pereira não foi o único alvo da reunião. Um dos momentos mais agitados envolveu o autarca das Caldas da Rainha, Fernando Costa, que criticou a reforma do mapa judiciário, que acaba no seu distrito com três tribunais. A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, não foi mesmo ao púlpito explicar que «todos os casos seriam analisados com cuidado».
Costa alertou também para o aumento brutal do IMI, que «vai trazer uma factura incomportável para os proprietários».
Na sexta-feira à noite da semana passada, num jantar com os líderes distritais, Passos já tinha ouvido críticas à desarticulação do Governo, nomeadamente, por causa do encerramento de serviços públicos, que vão sendo anunciados a conta-gotas e por sector, sem que haja uma perspectiva global. «Tem que haver equilíbrios regionais», «deve dividir-se o mal pelas aldeias», resumiram ao SOL dirigentes partidários.

Relvas reforçado?
A eleição directa do líder decorre hoje num ambiente interno de pouca mobilização. Passos fez raras incursões pelo partido e, por isso, nomeou todos os líderes distritais e regionais (incluindo Alberto João Jardim) como seus mandatários.
«As pessoas estão mais preocupadas com o país do que discutir questões de liderança», afirmou ao SOL um conselheiro nacional, acrescentando que «os candidatos que estavam contra o líder do partido estão agora a trabalhar activamente ao lado dele», referindo-se a Aguiar Branco e Paulo Rangel.
No entanto, o partido já discute nomes para a futura direcção que será eleita no Congresso de Março. A hipótese de Miguel Relvas regressar, para o lugar de primeiro vice-presidente é a que mais corre no aparelho. Assim como a de Teresa Leal Coelho ser chamada à direcção.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

AASIM É FÁCIL - DESPEDIR PARA TER "LUCRO" NO SERVIÇO PÚBLICO!

EM EXCLUSIVO À SIC, leia-se, JOSÉ GOMES FERREIRA - O ministro da Economia e do Emprego admitiu hoje que haverá "dispensa de trabalhadores" no setor dos transportes, através de rescisões por mútuo acordo, mas defende que sem reestruturação vão "perder-se milhares de postos de trabalho"."O que está acertado com todos os membros do setor é que estas reformas que irão levar a poupanças muito significativas (...) passam também pela dispensa de trabalhadores no sentido de rescisões por mútuo acordo e isto é uma decisão que é consensual", afirmou Álvaro Santos Pereira em entrevista à SIC.
Quanto ao número de trabalhadores a dispensar, serão "as próprias empresas que terão de decidir, porque depende das suas necessidades".
Contudo, afirmou: "Se não atacarmos os problemas destas empresas faremos com que elas vão à falência e vamos perder milhares de postos de trabalho. Portanto, a reestruturação do sector empresarial do Estado e do setor dos transportes é vital".
Até porque as empresas públicas absorvem "muito do crédito que podia ser alocado às PME" , sublinhou ainda o ministro
E concluiu "se nós não atacarmos este problema, se não reestruturarmos o setor dos transportes não só estas empresas vão à falência, como estaremos a asfixiar o crédito do restos das PME".

terça-feira, 15 de novembro de 2011

DITO POR NÃO DITO - 2012: O "FIM DO PRINCIPIO" DO MINISTRO DA ECONOMIA

PARA QUE NINGUÉM O ENTENDA - No Parlamento, o Ministro da Economia disse que 2012 seria o fim da crise. Aos jornalistas referiu que tudo o que queria dizer era: "2012 seria o princípio do fim da crise". Acho eu, infelizmente, que vai ser o intensificar da crise, SEM FIM.Em Viseu, tinha dito que o combóio de "Velocidade Alta" , ente Aveiro e Salamanca, estaria pronto no fim da legislatura. Eventualmente, terá querido dizer que 2015 seria o "principio do fim" do comboio. PARA QUE NINGUÉM O ENTENDA!

Ministro diz que não anunciou o fim mas sim "princípio do fim" da crise - Cristina Oliveira da Silva  

Ditos avulsos: "2012 certamente irá marcar o fim da crise”-?Governo promete medidas para acelerar colocação de casais desempregados- Governo diz que "ameaças de rua" não levam a lado nenhum - Ministro da Economia diz que é preciso mais do que "distribuir diplomas"- Prolongamento dos contratos salva 35 mil empregos por mês. Ministro admite que será difícil acabar com ‘pontes’

"O ministro da Economia diz que não anunciou o fim da crise mas sim que afirmou que 2012 "será o princípio do fim da crise".
Falando aos jornalistas no final da audição parlamentar sobre Orçamento do Estado, Álvaro Santos Pereira disse que os indicadores, incluindo os publicados hoje, "mostram que a recessão irá aumentar nos próximos tempos e o desemprego irá aumentar". "Não interessa a ninguém não fazer uma política de verdade", salientou o ministro. "Nós sabemos que as condições ainda vão piorar antes de melhorar", concluiu.

Santos Pereira não quis dizer em que trimestre é de esperar melhorias nos indicadores, salientando que "há imponderáveis" impossíveis de controlar. "A Europa terá de resolver a sua crise da dívida soberana, também teremos de ver qual a evolução da economia mundial nos próximos tempos", continuou o ministro, dizendo que o país tem de fazer a sua parte ao nível das reformas. O governante salientou ainda que as previsões da OCDE, Comissão Europeia e FMI apontam "que a economia portuguesa deva estar a crescer acima de 1% em 2013". Mas é preciso saber o que vai acontecer ao nível da economia internacional e "apontar este ou aquele trimestre que será o primeiro de recuperação económico", ninguém "poderá dizer", concluiu. ......."

terça-feira, 11 de outubro de 2011

MINISTRO DO EMPREGO - NOS DESPEDIMENTOS "Teremos de ir mais além do que pensávamos"

Económico com Lusa
O ministro da Economia admitiu hoje a possibilidade de a fusão de empresas públicas de transportes poder levar a despedimentos. "Informamos os sindicatos que teremos de ir mais além do que inicialmente pensávamos", disse o ministro que tutela os transportes, quando questionado sobre se estas fusões poderiam trazer mais despedimentos no sector.
Álvaro Santos Pereira falava no final da cerimónia de assinatura dos protocolos dos fundos de desenvolvimento urbano, no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL).
Questionado sobre o aumento do preço da electricidade, o ministro disse que o valor "não está decidido" e remeteu para dia 15 novidades sobre a matéria.
"O Governo está desde o primeiro dia empenhado em que um aumento de 30% para particulares e de 55% para empresas não aconteça", afirmou, realçando que o executivo está em negociação com os operadores para minimizar as subidas do preço da electricidade.
O ministro da Economia reuniu-se esta manhã com uma delegação da Federação dos Sindicatos dos Transportes (FECTRANS) para discutir o Plano Estratégico dos Transportes (PET), nomeadamente a fusão de algumas empresas do sector.
No final da reunião, em declarações aos jornalistas, o coordenador da FECTRANS, Amável Alves, lamentou que o ministro nada tenha adiantado relativamente ao que já era conhecido: "Traçou-nos um quadro negro da situação do país e disse-nos que são precisos grandes sacrifícios", disse o sindicalista.
A implementação de uma rede de combustíveis 'low cost' e a fusão da Carris com o Metro de Lisboa, da Metro do Porto com a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) e da Transtejo com a Soflusa foram algumas das medidas anunciadas pelo ministro na semana passada e que fazem parte do Plano Estratégico de Transportes (PET) do Governo.

MINISTRO DA ECONOMIA e EMPREGO COM "MEDO" DE VIR À ASSEMBLEIA

O MINISTRO da Economia e EMPREGO, Álvaro Santos Pereira, volta a faltar à Assembleia da República. A audição, calendarizada com ele, era dirigida ao EMPREGO e deveria acontecer durante a manhã de QUARTA.

Surpreendentemente, ou talvez não,cerca de 24h antes, anula, MAIS UMA VEZ, a sua vinda.Tem medo de enfrentar os deputados.

Não tem medidas nem tempo para o emprego. Mas vai fazer SESSÕES PARTIDÁRIAS A UMA SEDE DO PSD.

domingo, 9 de outubro de 2011

MINISTRO DA ECONOMIA - AFINAL EXISTE - MAS ESTÁ EM ÓRBITA!

Afinal sempre há Ministro da Economia.

Foi visto ontem à noite, em órbita à volta da Terra, na fase de Lua Cheia

Procura uma perspectiva mais ampla para a redacção final da sua Estratégia para os Transportes.

Marques Mendes anunciará na TV, em primeira mão, mais este esforço!

Depois solicitará a presença dos deputados na Assembleia da República, ainda que sem texto final. Vai apanhá-los de surpresa, sem distribuir nenhum plano. A seguir vai a Conselho de Ministros para ver se tudo é aprovado. Depois .... já não sei mais!

"O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse hoje no Porto que Portugal não tem ministro da Economia.

"Na minha opinião não temos um ministro da Economia em Portugal. Não temos e devíamos ter", declarou António José Seguro, durante o discurso que proferiu num plenário intitulado "As pessoas primeiro - Um novo futuro", que decorreu num hotel no Porto com várias dezenas de militantes socialistas.
A afirmação de José Seguro sobre Portugal estar sem um ministro da Economia foi dita na sequência de ter assumido que se sentia desiludido por não haver uma estratégia de crescimento económico no país.
"Como português e como líder do PS estou muito desiludido, porque não há nenhuma vontade política do nosso Governo em criar uma estratégia de crescimento económico. Apenas existem algumas medidas pontuais e uma ou outra política", lamentou o líder dos socialistas"

sábado, 8 de outubro de 2011

MINISTRO DA ECONOMIA - AFINAL NÃO TINHA PLANO ESTRATÉGICO

O MINISTRO DA ECONOMIA pediu a presença dos deputados na AR, na Comissão.

O objectivo era dar a conhecer um Plano Estratégico. No entanto, o DITO, só na próxima semana irá a Conselho de Ministros para ver a LUZ DO DIA. Ainda não está pronto.

Ou seja: o MINISTRO foi à AR, incomodou toda a gente, para APRESENTAR UMA COISA QUE NÃO EXISTE. E, de facto, não apresentou! ENTÃO O QUE É ISTO?

Marques Mendes, ainda que eticamente reprovável, na véspera, na televisão, anunciou primeiro, mais e melhor, as novidades que o Ministro foi "recitar" em segunda mão à Assembleia da República.

Passados que foram cem dias de "eclipse total" na economia, assistimoa a uma sessão a todos os títulos lamentável.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

MARQUES MENDES SUBSTITUI MINISTRO DA ECONOMIA!

MARQUES MENDES, numa antecipação ao que o MINISTRO DA ECONOMIA vai a nunciar hoje, foi ontem à televisão dizer tudo quanto havia adizer sobre os transportes. Implacável, tomado pela exuberância de dizer primeiro, insinuando-se como "muito bem informado, fez-me lembrar Marcelo a anunciar -  na TVI - Bernardo Bairrão como Secretário de Estado da"Administração interna - QUE  NUNCA VIRIA A SER.

Ministro da Economia vai apresentar o plano estratégico de transportes, que deverá incluir a fusão de empresas como Metro, Carris, STCP, Soflusa e Transtejo.
O ministro da Economia e Transportes, Álvaro Santos Pereira, deverá anunciar hoje que a nova linha ferroviária de alta prestação em bitola europeia terá entrada em Lisboa pela Ponte 25 de Abril, apurou a Renascença.
O Governo deixa cair a ideia da terceira travessia do Tejo, projectada pelo Executivo de José Sócrates para trazer a alta velocidade até à capital.
Pedro Passos Coelho já tinha dito que prefere uma boa velocidade e, ao que a Renascença apurou, o plano estratégico de transportes traduz essa opção: uma linha de alta prestação em bitola europeia e com entrada em Lisboa pela velha Ponte 25 de Abril.
O Governo prepara ainda uma reestruturação nas empresas públicas de transportes para tentar “estancar”, segundo fonte da coligação, um buraco de quase 17 mil milhões de euros.
As mudanças previstas incluem ainda a fusão da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) com a Metro do Porto, da Carris com o Metropolitano de Lisboa e da Soflusa com a Transtejo.
Os anúncios serão feitos hoje pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que vai apresentar o Plano Estratégico de Transportes.

Entrevistado pela Renascença, o professor Álvaro Domingues, especialista em mobilidade e transportes, considera que “tem de haver outra explicação” para o investimento previsto para o transporte ferroviário de mercadorias.
Álvaro Domingues começa por dizer que o porto de águas profundas de Sines tem um grande potencial “e estando bem conectado ao resto da Europa por caminho-de-ferro, pode oferecer condições muito muito interessantes para um investidor estrangeiro”.

“A decisão das mercadorias por Sines ao mesmo tempo da [ligação] Vilar Formoso a Aveiro parece ser uma redundância que deixa antever alguma novidade nessa matéria, porque não são os fluxos de mercadorias com destino e origem estritamente no mercado português que justificam esses investimentos”, sublinha o especialista