domingo, 16 de junho de 2013

FARMÁCIAS - Insolvências e falências aumentam - 3131 ao todo

Desnorte do Governo - O normal fornecimento de medicamentos agrava-se todos os dias - "Um total de 313 farmácias enfrentava, no final de Maio de 2013, processos de penhora e de insolvência, segundo dados do MOPE, uma base de dados empresarial nacional que fornece informação de crédito, de contencioso e de natureza económico-financeira.
Segundo aquela base de dados, 93 farmácias estavam em processo de insolvência e 220 enfrentavam processos de penhora. No total são 313 farmácias a fazer face a situações complexas.
O número de insolvências aumentou 45,3% e o número de penhoras aumentou 25,0%  face a Dezembro de 2012.

Os dados MOPE vêm demonstrar a situação de ruptura do sector de farmácias que se agrava continuamente cada dia que passa. Inevitavelmente, esta situação de crise profunda tem consequências no acesso dos cidadãos ao medicamento"

sábado, 15 de junho de 2013

TVI - Constança CS - "O PM não pode fazer de nós tontos,"


Relatório do FMI sobre os cortes na despesa - Há um jogo de palavras; Passos Coelho disse que as medidas apresentadas pelo FMI iam “até” 2015, o que não é inclusivo. O PM não pode fazer de nós tontos, porque aquilo (a concentração em 2013 e 2014) está lá.
O PM refugia-se num jogo de palavras, que a oposição não conseguiu desmontar, escondendo o essencial. Estranha ninguém falar do essencial, que é o relatório do FMI, que já não acredita no ajustamento português, traçando um quadro desolador

sexta-feira, 14 de junho de 2013

TVI - Constança CS - Aconteceu o costume, o governo engana-nos constantemente


Relatório FMI anuncia corte de 4,7 mil milhões até 2014 - Aconteceu o costume, o governo engana-nos constantemente. O governo nunca explicou porque apareceu o corte inicial de 4 mil milhões, tendo dito dito que até Fevereiro seriam especificados e definidos esses cortes. 
Em Maio, Passos Coelho apareceu com um pacote de 4,7 mil milhões para 2013,14 e 15 e na altura os líderes da coligação vieram dizer que tinha sido uma conquista do governo (ser estendido até 2015); Passos Coelho disse que nesses 4,7 mil milhões havia uma folga de 700 milhões e falou dela na carta à troika. 
O relatório mostra que já não há folga nenhuma e que os cortes são para 2013 e 14, e vem dizer que que isso não é um reforço de austeridade, quando é evidente que o é, ao concentrar o esforço em 2 anos. 
Espera que amanhã, no debate quinzenal, o PM explique de uma vez por todas o que está em causa, mas não acredita porque todo este dossier tem sido tratado com má fé. Também há uma novidade, de que tudo tem que estar aprovado até 15 de Julho, faltando praticamente um mês e sem que conheçamos nenhuma medida.
O FMI diz também que não foi feito nenhuma reforma de corte na despesa do Estado, sendo muito pessimista em relação á possibilidade de serem feitas daqui para a frente; e deixa um recado, de ter que haver um apoio firme do ponto de vista político, aparentemente dirigido à coligação, uma vez que reconhece que a coesão política e social já viu melhores dias.
O senhor Selassie propõe um corte nas pensões do Estado (o que já sabíamos) e um corte geral dos salários da FP e do sector privado, estabelecendo uma estratégia de empobrecimento de toda a população para fazer o ajustamento. AJS tem razão, em dizer que nem o PR nem o governo tiram qualquer consequência de tudo estar a correr tão mal. O problema já não é de legitimidade, é se o governo tem condições para avançar com este plano de cortes.

PS acusa governo de instrumentalizar data das autárquicas


Lusa: Seguro desafia Governo a não arranjar “desculpas” e pagar os subsídios

O secretário-geral do PS, António José Seguro, desafiou hoje o Governo a não arranjar desculpas para adiar o pagamento dos subsídios de férias e de Natal, afirmando que "se há dinheiro paguem os subsídios”.
“É muito simples, se há dinheiro cumpra-se a lei e paguem os subsídios, que são sempre dados aos trabalhadores quando eles vão de férias”, afirmou hoje o líder da oposição, António José Seguro, que falava em Santarém onde esta manhã visitou a Feira Nacional da Agricultura que decorre no Centro Nacional de Exposições (CNEMA) até domingo.
Reagindo às declarações do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que na quarta-feira afirmou que os subsídios [dos funcionário públicos] só podem ser processados depois de publicado o Orçamento Retificativo, Seguro desafiou o Governp a não “arranjar desculpas” e a pagar o subsídio de férias aos trabalhadores que “ estão a passar dificuldades” e aos quais “esse dinheiro faz falta”.
Seguro sustentou que não se trata de dinheiro “para os trabalhadores fazerem férias de luxo fora de Portugal” mas sim “para fazer face às necessidades do dia-a-dia” e, logo, dinheiro que entra no comércio e na economia nacionais.

TVI - Manuela Ferreira Leite - Subsídios - o PS tem razão

Decisão do governo em não pagar os subsídios de férias Junho - "Com franqueza, não consegue perceber a questão e onde está o problema (para não serem pagos). 
Não tem nenhum efeito do ponto de vista orçamental (o que conta é no final do ano) e o Pm diz que não é por problemas de tesouraria. E se há algum motivo, que não vislumbra, para ser pago mais no final do ano, então seria de elementar bom senso que a legislação tivesse sido aprovada atempadamente, de forma a não criar intranquilidade na vida das pessoas. 
Tinha efeitos grandes do ponto de vista das pessoas e macroeconómicos, não se percebendo porque se está a evitar largar recursos na economia. Fica no ar que é um gesto gratuito, uma agressão aos FP, em que não se percebe qual é o objectivo.
Não gosta de comentar AJS ("se há dinheiro, pague-se"), o que sabe é que foi dito que não há problemas de tesouraria."