Há mais ministros e secretários de estado. A fórmula"governo mínimo" também falhou. Mas foi também com essa promessa que o PSD ganhou as eleições. E falhou também na Economia e nas Finanças.
Da equipa da Economia apenas restava Álvaro Santos Pereira, posto em lume brando pelo CDS e demitido "politicamente", há pouco tempo, por Pires de Lima enquanto dirigente do CDS ou não fora o próprio a exigir a saída do ministro que agora substitui.
Vítor Gaspar saiu confessando o falhanço da sua politica, confessando a impreparação do PM para continuar o projeto e afirmando que internamente o governo se tinha desagregado.
O PR acarinhou sempre esta altercação interna e desmando público do governo, procurando mesmo disfarçar e esconder as más prestações. Verdadeiramente sempre lhe interessou mais o governo do que a esperança e bem-estar dos portugueses.
Depois de tudo isto, e em síntese, estamos mais pobres, mais endividados (de 94 para 130% do PIB), desempregados, com sala´rios e pensões cortadas, com os jovens nos caminhos da emigração e a economia na desagregação total. Em dois anos 450 mil postos de trabalho foram destruidos. É obra! Veremos se os portugueses estão de acordo!!
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"Paulo Portas é o vice-primeiro-ministro, com a coordenação económica, contactos
com a troika e reforma do Estado.
Pires de Lima é o novo ministro da Economia.
Pedro Mota Soares ganha para o Ministério da Solidariedade e Segurança Social a
pasta do Trabalho.
Jorge Moreira da Silva é o novo ministro do Ambiente,
Ordenamento do Território e Energia. Assunção Cristas fica apenas com
Agricultura e Mar. A grande surpresa desta remodelação passa pelo novo ministro
dos Negócios Estrangeiros.
Rui Machete é um nome de peso no PSD. Foi líder do
partido em 1985, e vice-primeiro ministro, ministro da Defesa, e da Justiça, no
Governo de Bloco Central liderado por Mário Soares entre 1983 e 1985."
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