quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Saída limpa não é apenas não precisar de assinar um papel


Saída limpa não é apenas não precisar de assinar um papel, é ter condições de financiamento sustentável da divida. Este governo pôs a divida nos 130% do PIB, um recorde, e não é comportável financiar esta divida a 5,1% como aconteceu a semana passada. 
Percebe-se melhor se pensarmos que o juro do "stock" global da dívida portuguesa anda pelos 3,2% e que contrair mais dívida a 5,1%  é um preço inaceitável. E coloca-se dívida a 10 anos, a este valor, para quê? Apenas para empurrar até 2024, mais 10 anos, uma responsabilidade
Fala-se num acordo politico. Mas para quê? Todos perceberão que só o governo e a troika concordam com esta política e que o PS não pode ser cúmplice de uma política de empobrecimento. 

Ferrovia - Viseu/Vilar Formoso - Governo dá o escrito por não dito !!!

Depois digam que é a oposição que não percebe. O secretário de estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, depois de esclarecer que não há dinheiro comunitário para a ligação Viseu-Coimbra, disse ontem, no Porto, qie os empresários "não pagariam mais" para transportar as mercadorias das suas empresas" numa nova linha de ferrovia entre Aveiro e Salamanca.". Teatro do Governo, a mesma representação na autarquia de Viseu e os deputados do PSD e Governo a dizerem publicamente, sobre os mesmos assuntos, tudo e o seu contrário.

"Sérgio Monteiro: "A competitividade das mercadorias pode não justificar o sobrecusto com ferrovia nova"

17 Fevereiro 2014, 16:54 por Alexandra Noronha | anoronha@negocios.pt

Secretário de Estado diz que empresários "não pagariam mais" para transportar as mercadorias das suas empresas numa nova linha de ferrovia entre Aveiro e Salamanca.

O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, disse esta tarde no Porto que não acredita que a construção de uma linha nova de ferrovia beneficiasse a economia.

O governante, que esteve num debate sobre as conclusões do estudo para os projectos prioritários, disse que "a competitividade da economia não justifica a intervenção, por exemplo em Aveiro-Vilar Formoso".

Segundo Sérgio Monteiro, o investimento não teria impacto na competitividade das mercadorias e que os empresários "não pagariam mais" para usar essa linha.

Sérgio Monteiro explicou ainda que havia mil milhões no fundo de coesão e mais 500 milhões do programa "Connecting Europe" que comparticipam projectos de infra-estruturas a 85%. É que esses montantes devem ser desviados sobretudo para a ferrovia. "Não pode ser de outra forma", explica. Porque os outros projectos pagam-se a si próprios mais facilmente.

O relatório final do grupo de trabalho para as infra-estruturas de elevado valor acrescentado, define um total de 30 projectos prioritários até 2020, num investimento global de 5.103,8 milhões de euros. 

Dessas três dezenas de projectos, 18 dizem respeito ao sector marítimo, oito ao ferroviário, dois ao rodoviário e outros dois ao aeroportuário.

(Correcção: Corrige título: Substitui ""A competitividade da economia não justifica a intervenção na ferrovia" por "A competitividade das mercadorias pode não justificar o sobrecusto com ferrovia nova")

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Cinfães - Deputados PS em defesa do interior e dos serviços

Num dia frio e com neve, os deputados José Junqueiro e Acácio Pinto reuniram no município de Cinfães com o seu novo presidente, o socialista Armando Mourisco Mourisco, o vice-presidente Serafim Rodrigues e o vereador Pedro Semblano.
A anunciada extinção de serviços, nomeadamente repartição de finanças, necessidade de acessibilidades (IC35, E225 e requalificação da ligação à A4), a elevada taxa de desemprego (28%) são matérias que preocupam, e muito, os autarcas.

As iniciativas locais para gerar crescimento e emprego têm-se traduzido pela oferta de terrenos empresariáveis, a preços meramente simbólicos, simplificação administrativa, reforma fiscal municipal, investimento no agroturismo ou criação de um Gabinete de Apoio ao Agricultor são alguns exemplos.
As políticas sociais são intensas e contam com programas como o Fundo de Emergência Social, Apoiar/Integrar - programa para a deficiência, ou Banco local de Ajudas Técnicas (direcionado também para empréstimos).
A motivação da equipa é grande e os deputados comprometeram-se a questionar o governo sobre acessibilidades e extinção de serviços.





domingo, 16 de fevereiro de 2014

Penalva do Castelo - 6 Chefes promovem o queijo "Serra de Estrela"

Seis Chefes idealizaram e apresentaram iguarias feitas com queijo Serra de Estrela: Ljubomir Stanisic, Miguel Castro e Silva, Miguel Laffan, Paulo Cardoso, Rui Paula e Vitor Claro. Foi um dia de promoção de produtos regionais, porque, para além do queijo, a truta,a maçã de Bravo de Esmolfe, entre outros, também fizeram parte do menu.
Numa iniciativa da câmara de Penalva do Castelo, presidida pelo socialista Francisco Carvalho,  e da Casa da Ínsua, do grupo Visabeira, os produtores viram o seu queijo "Serra de Estrela" homenageado na cozinha de grandes Chefes e submetidos, depois a uma prova cega. 
Pelo meio, realizou-se uma conferencia/debate sobre políticas de promoção do queijo, desde as exigências para a sua certificação, até à comercialização e internacionalização.
Estiveram presentes os deputados José Junqueiro e Acácio Pinto, os vereadores Rosa Monteiro (PS) e João Paulo Gouveia (PSD), os presidentes de câmara de Mangualde, Viseu e Oliveira do Hospital, António Amaro, Maria João Antunes, a Confraria do Queijo Serra de Estrela, vários quadros moçambicanos, muitos produtores e muita comunicação social.







sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Sondagem: PS e Seguro consolidam a confiança com os portugueses

Apesar da campanha da ilusória, mas vigorosa campanha do PSD/CDS, com a ajuda de algum "fogo amigo", continental ou insular, a verdade é que o PS seria o partido mais votado e António Seguro o líder mais popular. 
Aos que perguntam o que faria o PS com 37% eu pergunto o que faria a maioria com menos votos do que o PS? A resposta é simples: o PS seria governo e a maioria oposição.
Passos Coelho continua negativos, a uma distancia  de -33,3% de António Seguro. E o governo está quase a 30 negativos. Portanto, a coligação sabe bem que a propaganda não supera a inteligência das pessoas.




Governo - Viúvos que tenham feito poupanças vão ser "multados"

Os amigos dos idosos
Poupança ameaça reforma de viúvos - Os viúvos vão sofrer mais cortes na pensão de sobrevivência este ano em virtude das poupanças que tenham acumulado. 
A garantia foi dada pelo ministro da Solidariedade e Segurança Social, Mota Soares, que quer contar com outros rendimentos, como os de rendas, dividendos e mais-valias que os viúvos recebam, para calcular o valor do corte. 
O ministro afirmou ontem, em entrevista ao "Jornal de Negócios" que quer alargar os cortes a outros tipos de rendimentos nas pensões de viuvez "ao longo do ano 2014".