sábado, 3 de maio de 2014

AR - PS: mais mortes - JJunqueiro - Responsabiliza ministro e exige o resultado dos inquéritos



02 mai (Lusa) - O PS anunciou hoje que vai requerer os resultados dos inquéritos às falhas no Serviço de Emergência Médica, pedindo ao ministro da Saúde que assuma responsabilidade depois de ter transformado o serviço "em algo que gera a maior intranquilidade nas pessoas".
"O PS vai requerer institucionalmente o resultado desses inquéritos, dessas inspeções, para que o senhor ministro não possa lavar novamente as mãos como Pilatos, para que compreenda que o Serviço de Emergência Médica não pode ter falhas, é para salvar vidas, tal como os controladores aéreos não podem ter falhas, porque estão vidas em jogo", afirmou o deputado do PS José Junqueiro, em declarações aos jornalistas no parlamento.
O Diário de Notícias noticiou hoje o caso da morte de um doente que teve de ser transportado ao hospital pelos bombeiros, porque a VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) das Caldas da Rainha esteve inoperacional na segunda-feira.
Lembrando que o ministro da Saúde foi confrontado há dois dias com as falhas na Emergência Médica durante uma audição no Parlamento e revelou "completa ignorância sobre os resultados dos inquéritos e inspeções" pedidas, José Junqueiro insistiu que o governante tem de assumir as suas responsabilidades.
"Não se trata só de uma responsabilidade política, trata-se já neste caso de matéria de consciência e o senhor ministro tem de perceber que deve assumir imediatamente as suas responsabilidades, não se pode refugiar atrás de inquéritos, de inspeções, dos quais o país até ao dia de hoje não tem nenhum conhecimento", disse, acusando Paulo Macedo de ter transformado o Serviço de Emergência Médica "esse serviço em algo que gera a maior intranquilidade nas pessoas".
Recentemente, em Évora, a VMER do hospital da cidade também não saiu para socorrer duas vítimas de um acidente perto de Reguengos de Monsaraz, porque o médico escalado faltou.

AR - PS tenta evitar, mas PSD/CDS forçam encerramento de 47 tribunais

AR - Jorge Lacão, José Junqueiro, Luís Pita Ameixa e Filipe Neto Brandão, estivaram no centro de um debate intenso com a ministra da Justiça. 
Nas galerias estavam mais de 200 autarcas, de todos os partidos. O PS demonstrou que encerrar tribunais dá mais despesa ao Estado e às pessoas, desertifica ainda mais, dificulta o acesso à Justiça e torna-a muito mais lenta do que já é. 
A ministra e a maioria foram desmentidos. A farsa de atribuir responsabilidades ao PS caiu ontem em direto e com estrondo. No final, os deputados do PSD que nas suas terras fazem moções contra o encerramento dos tribunais votaram, ontem, em Lisboa, na AR, exatamente ao contrário. Foi um hino à hipocrisia!!!

(Lusa) O deputado socialista Jorge Lacão pediu hoje ao Governo que interrompa a aplicação do diploma regulamentar do mapa judiciário que, segundo o PS, encerra 47 tribunais, deixando “o país real mais ao abandono”.
“Mas se o Governo e maioria persistirem em avançar com o monstro, aceitem debater, de forma aberta, neste plenário, as propostas de especialidade que o PS apresentam para fazer face aos seus efeitos mais danosos”, disse Jorge Lação, no debate parlamentar em que que esteve presente a ministra da Justiça.
Falando das dificuldades do acesso dos cidadãos aos tribunais e da “desertificação transversal das competências judiciárias” e acusando a ministra Paula Teixeira da Cruz de fazer “orelhas moucas” à voz dos autarcas, lacão prometu que “o PS tudo fará para impedir o descalabro” que é a reorganização do sistema judiciário.
(...)
A nova organização judiciária deverá entrar em vigor a 01 de Setembro, mas Jorge Lacão manifestou dúvidas que nessa data estejam instalados e em “normal funcionamento” os tribunais nele previstos. Aludiu ainda aos problemas surgidos com a nomeação dos juízes presidentes das comarcas. (...)



sexta-feira, 2 de maio de 2014

DEO - Mais impostos - A verdade que o Governo escondeu

O Primeiro-ministro voltou a faltar à sua palavra. Diz uma coisa e faz outra. Engana os portugueses permanentemente
Havia agenda escondida. O Governo tinha prometido que não haveria aumento de impostos nem corte nos rendimentos dos portugueses.

O Governo vem agora anunciar que:
1.    Vai haver aumento do IVA
2.    Vai haver aumento da TSU (uma prenda cínica do Dia do Trabalhador)
3.    Vai haver aumento dos impostos especiais sobre o consumo
São mais 350 milhões de impostos e contribuições que os portugueses vão ter que pagar em 2015 e que lhes reduzirá o rendimento.
Para mais, cortes que o Governo tinha prometido que eram provisório passam agora a definitivos
1-     Os cortes nas pensões passam a designar-se Contribuição de Sustentabilidade. Estes cortes nas pensões para este Governo são definitivos e constituem cortes retroactivos nas pensões em pagamento. (O Governo diz que nenhum pensionista fica com menos rendimentos do que tinha com a CES mas a verdade é que a generalidade dos pensionistas fica com pensão cortada face ao valor recebido antes da CES)
2-      Os cortes na função pública vão manter-se. O Governo promete uma redução do corte em 2015 mas não se compromete com a reposição das remunerações. Pelo contrário, há a referência à nova tabela remuneratória única e novo sistema de suplementos, sem que o Governo tenha de coragem de dizer quais os cortes que vão ser feitos.
Um Governo que promete aumentar o salário mínimo é o mesmo que corta na realidade o salário mínimo porque lhe aplica um aumento da TSU.
Mas a agenda escondida continua. Com este Governo a única certeza é a política de austeridade.
1.    - Há mais 1.400 M€ de cortes em 2015, sendo que na sua grande maioria não estão discriminados e o Governo esconde-os
2.    - Para quando as novas regras sobre pensões?
3.    - Que reduções estão previstas na função pública? Que despedimentos vão acontecer (ou “libertações” na expressão do Primeiro Ministro)?
Conclui-se pela leitura do DEO que enquanto este Governo estiver em funções os portugueses só podem contar com mais sacrifícios.
Outra conclusão que se retira é que não há qualquer política económica do Governo nem este Governo considera o emprego como uma prioridade.

Para o presente o Governo oferece cortes sobre cortes, para o ano das eleições promete uma redução mas compromisso só mesmo com a troika e a política de empobrecimento porque em relação aos portugueses já sabemos o que vale a palavra do Governo

(Opinião) Enganados - "Um momento único para reprovar o Governo"

O Governo acha que o IVA estava baixo. E, ao que parece, a TSU também. Assim sendo, decidiu aumentar ambos. Portanto, a ideia de negar o aumento de impostos caiu por terra. Nada do que o primeiro-ministro afirma, desde há três anos, corresponde à verdade.
A justificação é feita com base na melíflua ideia de que a receita vai por inteiro para a segurança social, para as pensões e reformas. Ora, ora! O que na verdade acontece é que essas pensões e reformas passaram do corte provisório a confisco definitivo. E se a tudo isto somarmos um novo imposto, chamado "Contribuição de Sustentabilidade", que substitui a CES (Contribuição Extraordinária de Solidariedade) que nos prometeram abolir, conclui-se que o fim do "estado de emergência", anunciado por Passos Coelho, também veio para ficar.
Compreendo melhor as preocupações, de 25 de Abril, do senhor Presidente da República com os funcionários públicos, salários e pensões. Foram apenas para aquele dia. Hoje, o governo que estimulou, apoia e elogia fez exatamente o contrário.
As promessas do Governo, em véspera de eleições, são imensas. Vai descer o IRS, a luz, o gás e tudo o mais que apreça pelo caminho. Não será este ano. Fica tudo para 2015. Só a expetativa é para agora. Os avanços são como os recuos.
O exemplo mais recente é o da portaria para a "reforma hospitalar", feita às escondidas de todos, quer no espaço da saúde, quer no espaço da Assembleia da República. Agora, esta intenção, esta portaria, até parece um "remake" ao estilo da reforma Relvas. E, perante a adversidade, a reação é a mesma: afinal é apenas uma proposta, não importa, não ficará assim, vamos ouvir toda a gente. No entanto, a matriz está feita e a solução foi traçada com régua e esquadro. Nada para reformar, tudo para cortar.
O que me preocupa cada vez mais é a sustentabilidade das famílias, dos pensionistas, dos reformados e dos que ainda estão no ativo. O constrangimento salarial ultrapassou os limites da decência e pessoas honradas que assumiram responsavelmente compromissos veem-se agora a engrossar, ao ritmo de 100 por dia, a lista de incumpridores.
Tão grave ou mais grave do que as promessas incumpridas, são os enganos sistemáticos e deliberados. É desejável que não nos enganemos a votar no próximo dia 25 de maio, nem tão pouco fiquemos em casa. As próximas eleições europeias são um momento único para reprovar o Governo.


DV 2014-04-30

(TVI) Constança Cunha e Sá - «Quem é que ele [Passos Coelho] julga que está a enganar"?

Constança Cunha e Sá criticou a posição do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, quando este afirmou que não existe um aumento de impostos, após o anúncio da subida do IVA e da TSU.
No habitual comentário da TVI24, Constança Cunha e Sá afirmou que «as pessoas não são parvas» e que «perceberam que ontem houve um aumento de impostos».
r ao dizer que não aumenta impostos, depois de toda a gente ter percebido que tinha aumentado os impostos?», questionou a comentadora da TVI24.
Constança criticou, ainda, a contradição do discurso do primeiro-ministro quando este afirmou, nesta quinta-feira, que «a subida da TSU e do IVA era uma solução muito boa para a economia, a mesma pessoa que há uns meses dizia que a subida dos impostos era prejudicial à economia».

quinta-feira, 1 de maio de 2014

José Junqueiro na Iª Gala dos Leões de Portugal

No Casino Estoril, com a presença de Bruno de Carvalho, decorreu a Iª Gala dos Leões de Portugal com o objetivo de recolher fundos para a ações solidárias. 

Desde os funcionários aos dirigentes, passando pelos associados, existiu um contributo que envolveu outras pessoas e instituições. 

Foi o momento de homenagem e reconhecimento a grandes figuras do Sporting, atletas e dirigentes inseridos num espetáculo cultural oferecido pelos intervenientes. 

Com mensagens videogravadas e audio, respetivamente, de Cristiano Ronaldo e de Luís Figo, a noite foi um momento de homenagem a grandes figuras do Sporting, atletas e dirigentes, tudo inserido num espetáculo cultural oferecido pelos intervenientes.