domingo, 27 de abril de 2014

José Junqueiro no 25 de Abril em Mirandela

Participei na comemoração do 25 de Abril organizada pela dinâmica Concelhia do PS de Mirandela, presidida por Júlia Rodrigues. 
Restaurante cheio, muita animação e, sobretudo, muita esperança no futuro. Imagens com 40 anos, um pequeno filme e música daquela época deixavam perceber que tinha sido feito trabalho prévio, voluntário, e que existe motivação e  uma estrutura mobilizada. 
Júlia Rodrigues, Jorge Gomes, presidente da Federação Distrital, e José Junqueiro fizeram as intervenções de abertura. O apelo à mobilização para as Europeias, o encerramento de serviços, incluindo o recente laboratório para a sanidade animal, a austeridade, os cortes dramáticos nos salários e pensões, foram temas comuns. 
A autoestrada que aproximou Mirandela e o norte transmontano ao resto do país, lançada pelo governo do PS e aberta há apenas um ano e meio, foi alvo de elogios e valorizada como prova de solidariedade do PS para com o interior.
Depois seguiram Jorge Gomes e José Junqueiro seguiram para Macedo de Cavaleiros onde os aguardava uma outra celebração de Abril.










AR - 25 de Abril - Como Alberto Martins viu as intervenções de A Seguro e do PR

António Seguro fez um discurso forte e claro. Todos os analistas reconheceram esse facto, menos os partidos da maioria que, infelizmente, parecem não ter compreendido o discurso atípico do PR. 

A esse propósito, questionado pelos jornalistas, Alberto Martins destacou "o discurso claro de António José Seguro sobre a construção da liberdade, em que deixou de forma nítida quais são as condições do consenso para o país e para Portugal 

(...) E considerou que os deputados do PSD não perceberam o teor do discurso do Presidente da República no parlamento, já que abriu "exceção" ao criticar o Governo no plano social e reforma do Estado. (...) "Nestes últimos tempos, pela primeira vez, o Presidente da República fez uma exceção de crítica ao Governo, mas, pelos vistos, muitos dos deputados do PSD não perceberam devidamente. Fez uma crítica quanto ao empobrecimento dos portugueses, quanto à agressão grave à situação laboral e quanto à situação dos pensionistas e dos jovens"
.....
Alberto Martins defendeu também que o Presidente da República "destruiu aquilo que tem sido a propalada reforma do Estado". "O Presidente da República disse que é preciso fazer a reforma da administração pública. Ora, o Estado são as administrações públicas - e isso é o que está por fazer, não no sentido dos cortes e para desvalorizar as funções sociais do Estado", salientou.
Confrontado com as críticas do Presidente da República à política de "vistas curtas" e ao "taticismo", Alberto Martins interpretou-as da seguinte forma:

"Quando se fala em vistas curtas é pensar-se que uma política de controlo das contas públicas só pode ficar pela austeridade". "O PS defende uma política para reduzir o défice público, mas que, simultaneamente, se dirige ao emprego, ao crescimento e à proteção social. Vistas curtas é olhar só para o défice e não ver o crescimento, o emprego e o desenvolvimento", advogou o presidente do Grupo Parlamentar socialista.
Já sobre o facto de os deputados da esquerda parlamentar não terem aplaudido o discurso do chefe de Estado, Alberto Martins alegou que a natureza da política "é plural, com contraditório e diversidade" (...)





sábado, 26 de abril de 2014

Deputados PS em Penalva do Castelo no 25 de Abril

José Junqueiro e Acácio Pinto, a convite do presidente da câmara, Francisco Carvalho, deslocaram-se a Penalva do Castelo e na Casa da Banda Filarmónica participaram na sessão solene do 25 de Abril. 
Sala cheia com todos os partidos políticos a usarem da palavra, para além dos discursos institucionais. José Junqueiro usou da palavra em nome dos deputados.
Na ocasião foram atribuídos diplomas do 25 de Abril a todos os autarcas que até ao momento já exerceram funções nos diversos órgãos.
Os presidentes da câmara e da assembleia municipal deram "liberdade" a 25 pombas que fizeram a sua largada em frente à sede da instituição. 
Depois seguiu-se um "Penalva de Honra", um dos conhecidos vinhos do Dão, no município.



Viseu - José Junqueiro reune com sindicato dos enfermeiros

José Junqueiro, conjuntamente com a presidente da concelhia do PS, Adelaide Modesto, Cristina Varandas e a vereadora Rosa Monteiro, recebeu, a seu pedido, Alfredo Gomes, responsável do sindicato dos enfermeiros. 

Teve como objetivo dar a conhecer as suas principais preocupações, nomeadamente
falta de recursos humanos na Unidade de Cuidados à Comunidade, bem como no centro hospitalar Tondela Viseu (mais de 100 enfermeiros). 

A recente portaria publicada pelo governo para a "reforma hospitalar" preocupa o sindicato, quer pela desgraduação dos serviços, quer, sobretudo, pela extinção da cirurgia pediátrica.
- José Junqueiro comprometeu-se a questionar o ministro da Saúde, ação que já concretizou atrvés da AR.

Líderes do PS e SPD,A Seguro e Sigmar Gabriel, juntos por Abril e pela Europa

O ministro da Economia da Alemanha e Líder do SPD, foi o convidado de António Seguro para o jantar do 25 de Abril que reuniu cerca de 1700 em Ourém. Casa cheia, PS muito mobilizado e discursos fortes. 
Os  presidentes da Federação e da Concelhia do PS, bem como Paulo Fonseca, presidente da câmara fizeram uma mobilização e organização ímpares.

"secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu na quinta-feira à noite uma “Europa de estados iguais” e pediu ao líder do Partido Social Democrata alemão (SPD), Sigmar Gabriel, que continue a “influenciar a Alemanha no bom sentido”.
“Sabes que esperamos muito de ti, sabemos que fazes parte, recentemente, do Governo alemão e todos nós desejamos que continues, conjuntamente com os nossos camaradas sociais-democratas, a influenciar a Alemanha no bom sentido”, afirmou António José Seguro.
Em Ourém, no distrito de Santarém, no jantar nacional da liberdade com que o PS assinalou o 40.º aniversário da Revolução de 25 de Abril de 1974, o líder do PS continuou: 
“A Alemanha e o seu papel na Europa é decisivo. Nós queremos afirmar, uma vez mais aqui, uma Europa de estados iguais, independentemente do seu tamanho, mas de estados iguais, de estados fraternos que têm cada um a sua opinião e que partilham soberania para, em conjunto, resolver problemas comuns. E quando existe essa fraternidade e quando existe essa igualdade, existe sempre respeito quando concordamos ou quando divergimos.”
O líder do PS, dirigindo-se a Sigmar Gabriel, também vice-chanceler germânico, declarou: 
É essa a Europa, a Europa dos pais fundadores que nós hoje precisamos de reafirmar e não uma Europa que divide ricos e pobres, o norte e o sul, a periferia e o centro. Essa não é a Europa que tu queres, não é a Europa que nós queremos, não é a Europa que a maioria dos europeus deseja.”
Perante cerca de 1.700 pessoas, onde se encontravam várias figuras do partido, entre históricos, deputados e candidatos às europeias, 
Seguro insistiu: “Precisamos desse contributo da Alemanha, de uma Alemanha europeia que olhe para os Estados em pé de igualdade, mas também precisamos de cooperar bilateralmente entre os nossos dois países.”
Num discurso em que recordou os fundadores do partido e os portugueses que fizeram
“Abril”, António José Seguro destacou que:
o país “tem a maior taxa de desemprego da democracia” e a “maior taxa de portugueses inativos”, referindo, ainda, os “mais de 200 mil portugueses, na maioria jovens, que abandonaram o país à procura de um emprego”.
“Este é o retrato de um país que nós julgávamos que tinha ficado há 40 anos atrás, lá na ditadura, um país pobre, desigual, um país que não dá oportunidades aos seus jovens para aqui terem o seu futuro”, sustentou o socialista, notando que este tempo passado ”regressou” porque o Governo, de coligação PSD/CDS-PP, “apostou no empobrecimento e no aumento das desigualdades no nosso país como condição de competitividade”.
Insistindo que o país está “mais pobre” e “mais desigual, António José Seguro acrescentou: “Não foi para isto que se fez o 25 de Abril. O 25 de Abril fez-se para combater a pobreza, para criar um estado Social que trate dos mais vulneráveis, para termos uma escola pública que promova as igualdades de oportunidade e para ter um Serviço Nacional de 
Saúde onde onde todos possam aceder independentemente do local onde vivam ou do dinheiro que têm no bolso".