domingo, 6 de abril de 2014

Serviço Nacional de Saúde - Um "salto civilizacional" que a direita quer diminuir aos portugueses

O SNS português é um dos mais prestigiados no mundo. 

Fundado por António Arnaut, ministro socialista que, não sendo médico, tudo realizou para a igualdade dos portugueses no acesso ao Serviço Nacional de Saúde, o qual deu um salto enorme na última década. 

É este SNS que a direita está a pôr em causa.

Médicos e enfermeiros por mil habitantes aumentaram Entre 2002 e 2012, o número de médicos inscritos na Ordem teve um saldo positivo de 10 mil profissionais 
O número de médicos por mil habitantes em Portugal aumentou de 3,2 para 4,2 numa década.  
Também o número de enfermeiros sofreu um aumento, com mais 23 mil neste período.  
Os dados foram ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a propósito do Dia Mundial da Saúde, que se assinala segunda-feira. 



O atendimento em serviço de urgência quase duplicou numa década nos hospitais privados. Estes têm cada vez mais camas, ao contrário dos hospitais públicos que atendem 88% das urgências e perderam três mil camas em dez anos 

Para que se perceba a dimensão e importância do SNS para a população

Sporting - 5 anos depois na Liga dos Campeões

O triunfo do Sporting em Paços de Ferreira garante, 5 anos depois, a presença do clube na Liga dos Campeões, a maior competição de clubes do Mundo. 
Jogadores, treinador, adeptos e órgãos sociais estão de parabéns. 
Uma palavra muito especial para Bruno de Carvalho pela liderança forte que robusteceu a esperança e auto-estima ao Sporting.





Nota: A composição é feita a partir de fotos do Sapo





sábado, 5 de abril de 2014

Já está online o Site das Europeias em: pseuropeias2014.pt.

Já está online o Site das Europeias do PS. Está disponível em pseuropeias2014.pt. Lá poderá acompanhar as notícias, agenda, declarações de apoio e blogue de campanha. Faça-nos chegar a informação relevante que deverá constar do mesmo para europeias2014@ps.pt e ajude divulgando o site através das redes sociais e dos seus contactos.

Expresso - Pedro Silva Pereira - O Guterrismo e o Socratismo, não existem. Existe o PS

"A entrevista de Barroso ao Expresso foi uma entrevista de branqueamento e de falhanço da Troika"; 

O despesismo do PS é uma invenção politiqueira da direita. 

O PS pode ter maioria absoluta

 O Guterrismo e o Socratismo, não existem. Existe o PS


Novo Rumo para o Estado Social - Semana de 7 a 13 de Abril

Portugal é hoje um país empobrecido, um país dilacerado por um desemprego alarmante e pelo aumento galopante das desigualdades sociais. 
Ao mesmo tempo que o desemprego estabiliza acima dos 15%, no caso do desemprego juvenil acima dos 35%, um quarto da população portuguesa vive em privação material e um em cada dez portugueses vivem em privação material severa. Estes indicadores não se limitam a alertar para situação preocupante e alarmante, mas também apontam responsáveis.
Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE)  em 2012 o risco de pobreza em Portugal atinge 18,7%, valor superior em 0,8 pontos percentuais aos dados de 2011, e que é o valor mais elevado de risco de pobreza desde 2005. No caso das famílias monoparentais o risco de pobreza atinge os 33,6% e no caso das famílias numerosas com dois adultos o risco de pobreza passa os 40%.
O governo de maioria absoluta PSD/CDS apenas conseguiu aumentar as desigualdades. Em 2012 o rendimento dos 20% mais ricos atingiu valores que o fazem seis vezes superior aos dos 20% dos portugueses mais pobres. Portugal devia estar hoje a caminhar para se aproximar dos seus parceiros europeus e não o contrário.
Para o Partido Socialista estes indicadores são mais que um alerta, são a confirmação da significativa degradação das condições de vida, são resultado de um caminho errado: o caminho da austeridade reforçada, o caminho da desvalorização do trabalho, o caminho dos cortes nas políticas sociais. Mas a situação desde 2012, data de referência da maioria dos indicadores, piorou, piorou devido à manutenção da política de austeridade esgrimida pelo governo e que os resultados sociais infelizmente se podem observar por todo o país.
O governo aplicou o dobro da austeridade que estava no memorando original e tomou um caminho de desvalorização do trabalho e de corte nas prestações sociais. Este caminho de austeridade reforçada aplicado pelo Governo PSD/CDS falhou completamente, empobreceu o país e não garantiu sucesso económico.
Esta é uma questão de civilização e de democracia. Pessoas pobres e cada vez mais pobres estão impedidas de exercer os seus direitos e deveres. Para o Partido Socialista há outro rumo, um novo caminho assente no crescimento económico e na proteção social dos mais fracos. O Partido Socialista considera que é preciso quebrar o ciclo vicioso da anemia económica do desemprego e do empobrecimento de Portugal. Para o PS só apostando no emprego, num estado social solidário podemos atingir o crescimento económico e social.
É o emprego que permite aliviar as prestações sociais e reforçar as contribuições para a segurança social e a coleta de impostos para a manutenção de um estado social competente, eficiente e viável. O estado social permite uma sociedade com menos desigualdades, mais solidária e garante uma aposta forte na educação e formação, favorecendo o ambiente para um crescimento económico sustentável. O crescimento económico é a alavanca necessária para garantir emprego sustentável. O Partido Socialista defende o aumento do salário mínimo nacional, que tem apoio  dos parceiros sociais e dos patrões e ao qual apenas o governo se opõe.
Os deputados do Grupo Parlamentar do Partido Socialista vão avaliar o estado do país e das políticas sociais em curso. A maioria PSD/CDS criou constrangimentos e destruiu o trabalho de vários governos na área social, em especial nas parcerias com instituições particulares de solidariedade social e deixou à sua sorte milhares de portugueses. A milhares de portugueses foi retirado o rendimento social de inserção, o complemento solidário para idosos e o complemento de dependência.
As instituições de apoio social vivem um momento dramático. Diminuíram os recursos financeiros. Centenas de técnicos especialistas ficaram sem emprego e as populações, sobretudo no interior do país, ficam mais isoladas, ficaram mais desamparadas. O governo teima, também em debilitar a economia social, em destruir e deixar sem amparo os portugueses, promovendo a regressão demográfica e a desertificação.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Sond. "I" - PS mais perto da maioria absoluta

É o melhor resultado de sempre, 39%. Uma subida consistente que aproxima o PS do seu eleitorado tradicional, centro-esquerda. Está a mais de 12 pontos do PS e a um pouco mais de 4 da maioria absoluta. O PSD recua para os 27,6% e o CDS para os 7,6%. O PS aumenta a diferença para a coligação. O PCP recua.  70% chumbam a atividade do Governo e Passos Coelho, tal como PR, perdem popularidade.