terça-feira, 8 de outubro de 2013

O Governo voltou a falhar: Défice de 2013 preso por receitas extraordinárias, irrepetíveis

Passos Coelho não acerta uma
"O défice real vai ser acima dos 5,5%. Esta medida é injusta para com aqueles que cumpriram. 
As coisas devem estar mesmo mal para o Governo recorrer a esta medida. Tenho a vaga ideia que o ministro anterior tinha dito que não se iria recorrer a mais medidas extraordinária. 
O governo nunca acertou uma previsão, o que não é novidade. O que é novidade é tentarem disfarçar o falhanço, o Governo e a troika, com medidas extraordinárias." (RTP, J. Sócrates)

"A meta do défice deste ano vai ser cumprida à custa de receitas extraordinárias, conseguidas com o plano de recuperação de dívidas fiscais. Apesar do enorme aumento de impostos, o OE para 2013 até Agosto revela uma degradação do défice, com a receita de capital a apresentar um baixo grau de execução. 
Durante os trabalhos da oitava e nona avaliações, o Governo comprometeu-se com a 'troika' a fechar o ano de 2013 com um défice de 5,5% do PIB. Para isso, o Executivo vai contar agora com a receita resultante do plano de recuperação de dívidas fiscais, estimada em 0,4% do PIB (600 a 700 milhões de euros). 
Além disso, o Executivo recebe a ajuda de uma recessão menos severa, que passa de uma queda do PIB igual a 2,3% para 1,8%. (Diário Económico)"

VISEU - Deputados do PSD/CDS votam em Lisboa o contrário do prometido no circulo eleitoral

José Junqueiro e Acácio Pinto, em conferência de imprensa, criticaram o chumbo dos deputados PSD/CDS às propostas apresentadas pelo PS na AR: baixa do IVA na restauração para 13%, de correção do IMI, em função da queda no valor das casas, e do apoio às rendas a pagar pelos mais carenciados, nomeadamente idosos, fruto da nova Lei das Rendas imposta com os votos da Maioria. 
Só a proposta de baixa do IRC para 12,5% nas empresas com lucros até 12500€ foi objeto de abstenção da Maioria. 
Portanto, em Lisboa, os deputados do PSD/CDS votam ao contrário do que prometem em Viseu.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

FNAC - Acácio Pinto apresentou a "A lua da minha noite" de António Cabral

Ontem, domingo, dia 6 de outubro, pelas 17.30 h, a convite do autor, António Cabral, Acácio Pinto participou, conjuntamente com Dulce Pereira, na apresentação do livro de poesia "A lua da minha noite" editado pela Chiado Editora.
Participei na sessão pública que decorreu na FNAC do palácio do gelo, em Viseu.
António Cabral, o autor, tem 43 anos, nasceu em Benguela, veio para Portugal, viveu em Seia, Fornos ed Algodres, Guarda, Mangualde, Viseu, Porto, Tancos, Lisboa, Tabuaço e Resende. É funcionário bancário e admira as artes e o que elas podem oferecer. Aqui fica a minha escolha:

Liberdade que me assiste
Neste campo que é meu,
Que também pode ser seu,
Não devo escrever o que sinto
Porque atento contra quem lê, dizem,
Do que sinto escrevo, e não minto,
Porque de cores não me pinto,
Ou então aceitem o que persiste
A liberdade que me assite, 
Porque dela não abdico
E no meu canto fico...








TVI - Marcelo - Rui Machete -"Ele é um “chuchu” para a oposição"

Caso Rui Machete - Em relação ao caso de Angola, nada explica que se crie um caso com Angola. Relativamente a Rui Machete, no inicio ele teve uma quantidade de casos relativamente ao seu desleixo económico. 
Neste caso, ele foi de uma informalidade ingénua excessiva. O que ele disse, ao dizer em publico, não tendo o Governo nenhuma intervenção no caso, não faz sentido o Governo pedir desculpas. 
O PM não pode, em pleno debate do orçamento, e depois do empolar do caso, pensar sequer em demitir o ministro (AQUI Marcelo volta a ser, nunca deixa de ser, o militante do PSD que põe uma almofada por baixo do escândalo)
O PR tem uma visão minimalista dos seus poderes. Outros presidentes intenderam que poderiam intervir relativamente a ministros, não é esse o entendimento deste PR. 
Na opinião de MRS, o MNE, daqui a uns tempos, deixando passar esta altura, que pense duas vezes e que sai pelo seu pé. As coisas mudam, Portugal não é Portugal de há 30 anos, e Rui Machete não se está a sair bem. Ele é um “chuchu” para a oposição.

José Sócrates - o Escândalo no corte nas pensões de sobrevivência

O cinismo de Portas e Passos Coelho - E as tais pequenas e médias medidas que não se conheciam, começam-se a conhecer, como o corte nas pensões de sobrevivência. Estamos a falar de cortar em pensões já atribuídas. Eram as antigas pensões de viuvez. 
Pela primeira vez, o Estado vai cortar nas pensões atribuídas não apenas ao vivos, mas também aos mortos. O Governo revela uma grande insensibilidade. É perfeitamente ignóbil. O Dr. Paulo Portas está a cortar pensões até no tumulo. É por 100 milhões de euros que estamos a por em causa a palavra de confiança, que nós, enquanto unidade nacional, demos aqueles que já faleceram?
Esta medida vem acrescentar aquilo que já o grande terror nas famílias de idosos. Já viram as suas rendas aumentadas e agora vêm as suas reformas reduzidas.
Fico espantado por não ver ninguém a defender a nossa constituição. Esse alguém, deveria ser em primeiro lugar, o PR. Não se ouve do PR uma palavra em defesa da constituição e o tribunal constitucional. 
O único que se referiu à defesa da constituição ontem, no 5 de outubro, foi o presidente da camara de lisboa. Daqui a pouco entramos na linha do Rui Machete, e pomo-nos a pedir desculpa por termos uma constituição.

domingo, 6 de outubro de 2013

Marques Mendes e Rui Machete: a ética varia !!!

Caso Rui Machete - Estas declarações do MNE são desastradas, e agravadas por ele ser jurista e advogado. 
Já criaram incomodidade ao Governo e à PGR, que já teve de o desmentir, e demonstram que o Ministro se meteu em áreas que não se devia meter, e mostrou uma subserviência que não devia ter. 
O pior de tudo é que as relação ente Portugal e Angola são boas e declarações deste tipo criam problemas na relação entre os dois países. 

Se continuar a fazer erros desta natureza, arrisca-se a ser remodelado.