segunda-feira, 23 de setembro de 2013

RTP - José Sócrates - Talvez seja a altura de o governo dizer o que quer fazer do país

A decisão do Governo em acabar com o inglês nas escola, uma reforma de José Sócrates - "Esta decisão é uma desgraça e reveladora do comportamento deste ministro. O padrão deste ministro e deste governo é desfazer e não fazer. O ministro não compreendeu o alcance estratégico desta medida, isto tem a ver com a competitividade económica do nosso país. Isto revela uma grande hipocrisia. 
Talvez seja a altura de o governo dizer o que quer fazer do país. Esta medida é incompreensível, só daqui a uns tempos vamos perceber o rasto de destruição que este ministro deixa na educação. Este ministro revela incompetência para o cargo que ocupa."

sábado, 21 de setembro de 2013

Paulo Portas otimista com a economia, sobe o seu próprio rating!

O otimismo de Paulo Portas sobre a Economia é, no mínimo, extraordinário. Desde que Pires de Lima (CDS) substituiu Álvaro Santos Pereira, cuja demissão exigia, Paulo Portas acha que tudo vai bem, mesmo tudo aquilo que dizia ir mal no inicio do verão. Nem falo nos desacatos com a  senhora ministra das Finanças!!!

Mesmo com uma ameaça de corte de rating, tudo por uma crise política que originou, afirma que "agora é que é". Só que os resultados internos e os mercados não permitem confirmar, infelizmente, esse otimismo. 

O agora vice primeiro-ministro tenta apenas salvar a própria pele ou não tenha feito ele outra coisa desde que entrou no Governo. Nós é que não salvamos a nossa.

A Seguro reafirma propostas sobre o IRC e IVA: menos imposto, mais receita, melhor economia

António José Seguro voltou ontem a apresentar a proposta que o PS vai levar ao Parlamento no início de outubro. 
Em Guimarães, o líder socialista defendeu que se deve baixar o IRC para 12,5% nos primeiros 12500 € de lucro, num discurso em que defendeu o apoio às empresas como uma das soluções para Portugal sair da crise. 
Voltou a defender a descida do IVA da restauração para 13%, uma vez que é crucial baixar o IVA para impedir mais desemprego.

António Seguro apresenta diploma que repõe o inglês nas escolas

O secretário-geral do PS anunciou que vai apresentar um diploma na Assembleia da República para repor a oferta generalizada do inglês no ensino básico, considerando que a medida do Governo gera inaceitáveis desigualdades sociais. 
"Não podemos aceitar o fim da oferta generalizada do inglês e vamos lutar contra ela. Tomaremos uma iniciativa na Assembleia da República no sentido de voltar a repor a oferta generalizada do inglês em todas as escolas do país para o primeiro ciclo. Este é o nosso compromisso, esta é a nossa responsabilidade, porque a educação é uma prioridade".

Um Governo de bacocos que risca inglês das escolas - pais revoltados

O Governo é incompetente. Os resultados estão à vista. No entanto, a essa incompetência, soma-se mau caráter e irresponsabilidade. Mau caráter, porque o que está bem não é para destruir, mesmo que tenha sido feito por outros. Irresponsabilidade, porque ao destruir às crianças a oportunidade de aprenderem inglês destrói também a igualdade de oportunidades na preparação para a vida. 
Só um governo de Relvas e outras anedotas analfabetas pode chegara este ponto. Ainda me lembro da destruição do computador Magalhães. Foi negado às crianças portuguesas e, depois, foi oferecido às  crianças de escolas de outros países (Argentina) embrulhado em elogios feitos por um secretário de estado bacoco que lá fora se desfazia em elogios ao que criticou cá dentro. Os pais estão revoltados, com razão.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Quadratura - Jorge Coelho - O PS quer ter mais votos, o PSD abdicou de ter mais votos

Acha que a noite eleitoral vai ser agradável para o PS e desagradável para o PSD, estando convicto de que o PS vai ganhar as eleições. 
O PS colocou nos seus objectivos ter mais votos, o PSD abdicou de ter mais votos e não tem sequer a ambição de ganhar as eleições. O PS poderá ainda ter uma noite muito agradável, que é ter mais votos e mais câmaras.
Esta linha é a linha do PS de sempre (recordando Sócrates em 2009 e que a última vez em que o PS ganhou em votos e câmaras foi em 1997, com Guterres como líder e AJ Seguro como coordenador autárquico).
Vai haver câmaras que o PS vai perder e outras que vai ganhar [desvalorizando a questão sobre eventuais derrotas em câmaras emblemáticas, como Porto, Braga ou Matosinhos]. 
Um terceiro lugar onde quer que seja [a propósito do Porto] dói, para um partido que é sempre candidato a vencer eleições, mas não sabe porque há-de ficar em terceiro. Não conhece bem o candidato do PS,mas conhece o suficiente para saber que se está a bater no terreno pelos valores do PS e é cedo para cantar de galo (sobre o resultado).
Há uma coisa nova, que são os independentes, que podem ter mais de 10%, e um milhão de portugueses podem ficar a ser geridos por independentes. É uma mistura de tudo, mas que se calhar tem mais a ver com os partidos terem que encontrar uma forma de se abrirem mais e integrarem mais os movimentos que são gerados na sociedade.