quarta-feira, 11 de setembro de 2013

TVI - Constança - A classe dos pensionistas é um alvo a abater pelo governo.

Convergência de pensões - A classe dos pensionistas é um alvo a abater pelo governo. O alargamento da isenção [nas pensões de sobrevivência] é insuficiente, concordando com AJSeguro 
A convergência está já a ser feita, e concorda com ela, mas deve ser feita de forma gradual. 
Os cortes nas pensões acima de 419 euros é uma brutalidade; 50% das pensões são até 1500 euros, não são pensões milionárias, e o corte de 10% é uma brutalidade para pessoas que já não têm possibilidade de refazer as suas vidas.

TVI - Augusto Santos Silva - CORTES - o que o governo quer fazer é cortes retroactivos de 10%,

O governo fez uma tentativa para ajustar o texto, o que denuncia que está a contar com uma fiscalização da lei.
O regime de convergência foi desenhado de forma a respeitar as pensões já formadas e o que o governo quer fazer é cortes retroactivos de 10%, o que deve ser analisado à luz do princípio da confiança.
Não se deve fazer tudo a pretexto da consolidação orçamental, quer pelo respeito pelo princípio da confiança, quer por uma razão económica, de que quanto mais dinheiro se tirar à economia mais se afunda a economia. 
O melhor que se pode fazer era não tomar mais medidas de corte nos rendimentos das famílias, dando folga à economia para respirar.


A teimosia do Governo dá nisto - PMEs respondem por 92% do crédito mal parado

As PME são as responsáveis por 92% do crédito malparado no sector empresarial. O capital em incumprimento aumenta ao mesmo ritmo que diminui a concessão de crédito por parte dos bancos. 
Ao todo, há quase 11,7 mil milhões de euros vencidos e não pagos, precisamente o dobro do capital em incumprimento que as tinham em abril de 2011, altura do pedido de resgate de Portugal. 
Os números publicados pelo Banco de Portugal mostram que as instituições financeiras voltaram a cortar a carteira de crédito às pequenas e médias empresas em 690 milhões de euros, em julho. 
O presidente da Associação das PME explicou que são as dificuldades no acesso ao crédito com taxas demasiado altas que representam este cenário.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

José Junqueiro continua a reunir com empresários, freguesia a freguesia

A panificadora Esperança, empresa familiar, foi visitada a convite de José Seabra, candidato à União de Freguesias de Vila Chã de Sá/Faíl, pela candidatura de José Junqueiro. É mais um caso de empreendedorismo, de sucesso, baseado no muito trabalho, modernização e tecnologia. 
A autarquia não resolveu o problema dos acessos, uma constante nesta freguesia, não contribuindo,  portanto, para a competitividade da empresa. Há dinheiro para candeeiros que dão música, como alguém dizia ironicamente, para "funicular às moscas", mas para os empresários os calvário continua. 
José Junqueiro explicou como de forma simples e barata se resolve o problema. É tudo uma questão de atitude.
 O NÂO caminho para a competitividade


José Seabra "previne-se" com Viriatos

Opinião - OE 2014 - O Governo também não contará com o meu voto!

O Governo insiste no corte de 4,7 mil milhões de euros nas despesas sociais. Não reduziu os desperdícios do Estado, como prometeu, tem neste momento um dos maiores governos pós 25 de Abril, contrariamente ao que tinha prometido, cortou salários, subsídios, pensões, reformas e prestações sociais, atitude que considerava um disparate antes de ser eleito ... e por aí adiante... sempre com o país em recessão, ainda hoje. Falhou! 
António Seguro e o PS propuseram-lhe uma Reforma do Estado e um calendário que terminaria em junho, envolvendo as universidades e a sociedade civil. O 1º Ministro rejeitou dizendo que não havia tempo para essas demoras. Estamos em Setembro, nove meses depois da proposta, e não há Reforma do Estado. Os comentadores esqueceram-se disto? Lamento!
É agora que o Governo quer novamente o PS? Sim. E o que quer fazer? O mesmo. E o que é isso? Voltar a cortar salários, subsídios, pensões, reformas e prestações sociais. Se alguém quer votar o OE 2014 insistindo na receita que vote, comentadores incluídos, mas na AR, para isto o Governo também não contará com o meu voto! 

Emprego remunerado cai para o nível mais baixo de há 16 anos



Lusa - A economia portuguesa criou 36.300 empregos no segundo trimestre do ano, mas o número de empregos remunerados continuou a cair e atingiu no mesmo período o valor mais baixo dos últimos 16 anos e meio, segundo o INE. 

Segundo os dados incluídos nas contas nacionais trimestrais, hoje divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de empregos voltou a crescer pela primeira vez desde o início de 2011, criando cerca de 36.300 empregos. Isto faz com que a queda no emprego passe de -5,2% no primeiro trimestre, em termos homólogos, para -4,1% no segundo trimestre. Face ao trimestre anterior, o crescimento é de 0,8%. O total de emprego na economia ficou nos 4,499 milhões. 

No entanto, o número de empregos remunerados desceu no segundo trimestre, reduzindo-se este número em cerca de 5.300. Este é o valor mais baixo desde o primeiro trimestre de 1997, altura em que o número de empregos remunerados estava em crescimento, ou seja, dos últimos 16 anos e meio. 

Segundo o INE, os trabalhadores não remunerados são "indivíduos que exercem uma atividade na empresa/instituição e que, por não estarem vinculados por um contrato de trabalho, sujeito ou não a forma escrita, não recebem uma remuneração regular, em dinheiro e/ou géneros pelo tempo trabalhado ou trabalho fornecido. Inclui nomeadamente os trabalhadores com emprego por conta própria, os trabalhadores familiares não remunerados, os membros de cooperativas de produção e os trabalhadores destacados".