quinta-feira, 3 de novembro de 2011

RELVAS ALARGA A UNIÃO EUROPEIA - TAMBÉM AQUI HÁ REFORMA DO TERRITÓRIO

Publicado por Miguel Abrantes em 27.10.11 9 comentários
Miguel Relvas ao explicar as medidas do governo como o "milagre social democrata", a quem todos deveremos ficar eternamento gratos pela sabedoria de quem nos governa.

"Mas deixe-me dizer-lhe que muitos países da União Europeia - cito a Holanda, a Noruega, a Inglaterra - vários países da União Europeia só têm 12 vencimentos."

Miguel Relvas, na TVI, “esquecendo-se” de referir que nesses países os rendimentos anuais não foram amputados de um parte (e, como leitores sublinham na caixa de comentários, "esquecendo-se" também que a Noruega não faz parte da UE)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O MINISTRO NUNO CRATO NÃO CONSTA DO MEMORANDO DA "TROIKA"

NADA DISTO VEM NO MEMORANDO DA TROIKA! O MINISTRO DA EDUCAÇÃO TAMBÉM NÃO. Depois de subtrair os prémios aos melhores alunos, dois dias antes da cerimónia em que iriam ser ditribuidos, o ministro da educação anunciou que iria acabar com as TIC (tecnologias de informação e comunicação). Já tinha proibido a distribuição dos computadores Magalhães às crianças portuguesas. Entretanto distribuiu-os a uma das escolas mexicanas e, pasme-se, fazendo o elogio do exemplo português, da era Sócrates. Depois decidiu dizer que não fechava escolas e encerrou 300. Se o que vem na comunicação social é verdade vai fechar outras tantas
Já não se discute a decisão, mas apenas - e tão só - o dar o dito por não dito. Depois de um início de ano atribulado, da instabilidade na colocação de professores, no fim do estudo apoiado, do anúncio do corte de 1500 milhões para 2012, Nuno Crato corta nos auxiliares de ação educativa, facto que deteriora o funcionamento das escolas e potencia o clima de insegurança. Entretanto parou a construção de novos equipamentos. E a seguir? Afinal o que quer este governo da educação?

GRÉCIA AFASTA CHEFIAS MILITARES - ALTÍSSIMO RISCO!!!

Decisão do Governo está a provocar onda de rumores - por Sérgio Costa

O Governo grego decidiu substituir os comandantes de todos os ramos das Forças Armadas. O afastamento das mais altas cúpulas militares do país está a provocar uma onda de rumores.
O executivo de George Papandreou diz que as alterações nos comandos militares estavam já previstas, mas os sites dos jornais gregos especulam que o Governo socialista temia que estivesse a ser preparado um golpe militar num país a atravessar uma grave crise social.
Escasseiam ainda os detalhes sobre o afastamento esta noite das chefias militares na Grécia, mas fontes do Ministério grego da Defesa, citadas pelas agências internacionais, afirmam que as demissões tinham sido já decididas há 20 dias.
Assim sendo, esta terça-feira, numa reunião do Conselho Governamental de Assuntos da Defesa, o ministro grego da Defesa, Panos Beglitis, propôs a destituição dos comandantes militares da Marinha, Exército e Força Áerea.
Estas mesmas fontes desmentem os rumores sobre uma mudança repentina de chefias militares como resposta de um acossado poder político ao receio de um golpe de Estado.
Os militares estariam a preparar esse golpe por causa da crise social que afecta o país e que decorre das medidas de austeridade assumidas pelo governo para reduzir as despesas do Estado.
No mês passado, o ministro da Defesa afirmou que as chefias militares deviam ser renovadas e considerou o poder militar como “um Estado dentro do Estado”. A oposição grega já acusou o governo de estar a levar o país à "loucura" -  é esta a expressão usada - primeiro com o referendo à ajuda externa, agora atacando o exército e os militares.

"A situação neste momento é frágil"
Na análise do Almirante Vieira Matias, não seria de excluir a possibilidade de os militares tentarem assumir o poder na Grécia. O antigo chefe do Estado Maior da Armada sustenta que essa poderia ser uma forma de tentar estabilizar a sociedade grega, em constantes tumultos.

Em declarações à Renascença, o Almirante Vieira Matias explica que "as Forças Armadas gregas têm um poder grande, têm uma dimensão muito significativa, estão muito bem enraizadas devido ao conflito que têm mantido com a Turquia e são bastante prestigiadas na Grécia".
"A situação neste momento é frágil e não é com a demissão das chefias militares que esse risco se elimina", sublinha.