sexta-feira, 8 de abril de 2011

BASÍLO HORTA: EXPORTAÇÕES AUMENTARAM 28% EM FEVEREIRO

Para o presidente da para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o recurso à ajuda da União Europeia "será uma das soluções se for realmente necessário" já que "o que é importante é que a economia não deixe de ser financiada a níveis adequados".
Basílio Horta mostrou-se confiante de que Portugal será capaz de ultrapassar a crise "com ou sem FMI", mas preocupado com a possibilidade de uma "convulsão social" se não houver "níveis adequados de financiamento à economia".
O líder da AICEP admitiu que "em condições normais" nunca estaria favorável a uma entrada do FMI em Portugal até porque "empresas não merecem".

O presidente da agência para o investimento considerou existir uma "janela de esperança" para o futuro do país, recordando os números "extremamente animadores" de Fevereiro em que o volume de negócios no mercado externo aumentou 28,8 por cento, representando um acréscimo de 14 por cento face ao mês anterior.

"Isso não é uma janela de esperança? Não é uma abstracção. Isso é fábricas a trabalhar, a produzir e a vender e isso é muito importante", vincou.
Basílio Horta referiu que "é preciso perceber que no meio desta crise brutal em que todos estamos, há quem trabalhe, há o mundo do trabalho, do risco, da dedicação, da inovação".

"Temos de ter uma fé modesta e fazer o que nos compete e cada um de nós tem de trabalhar e fazer o que lhe compete. Aqui não há pessimismo nem nada. Há ondas lá fora mas o trabalho continua na nossa agência, com a nossa gente", sublinhou.
Por isso mesmo, Basílio Horta defendeu a necessidade de no país existirem "mais empresas a exportar, com mais qualificação, mais valor acrescentado, mais Portugal no mundo e mais mundo em Portugal".
"Sem crescimento, sem produção e sem exportação é muito difícil que a dívida pública diminua e que o orçamento se equilibre", realçou.

O objectivo é mesmo "fazer tudo para que em 2014 as exportações representem 40% do PIB", metade do que apresenta actualmente a Irlanda com 80% que não convencem Basílio Horta para quem este valor é "excessivo".

Apelou por fim a um encontro entre empresas portuguesas onde digam "que janelas de esperança vêem", recordando que "são os empresários que estão a sustentar o País".

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O 1º MINISTRO RESISTIU ATÉ AO LIMITE PARA EVITAR A AJUDA EXTERNA

Portugal é obrigado a pedir ajuda externa depois do chumbo do PEC na Assembleia da República, por uma coligação negativa liderada pelo PSD
Tal como se resumiu da entrvista do 1º Minisitro à RTP1:
Portugal e os portugueses ficaram fragilizados e vulneráveis aos ataques dos sistemas financeiros internacionais
Os "ratings" do país, banca e empresas baixaram todos vários níveis
Os juros subiram para níveis perigosos e insuportáveis
O PSD tentará decapitar as "resistências" nacionais privatizando a Caixa Geral de Depósitos
As opiniões do sector não se fizeram esperar:

DE ELECTRÓNICO
MIGUEL BELEZA considera que a oficialização do pedido de ajuda externa por Teixeira dos Santos "É uma notícia bem-vinda. Lamento que se tenha discutido o pedido de uma forma emocional.
Foi uma atitude patriótica do MFAP e do GOVERNO, porque é indispensável quebrar este ciclo vicioso da descida de rating a Portugal e às empresas e da subida dos juros da dívida". "Infelizmente, os portugueses já tinham razões para estarem preocupados com a situação portuguesa.
Com a ajuda externa, eles não devem estar mais preocupados", defendeu Beleza, considerando que "a ajuda pode ser uma oportunidade para melhorar a economia nacional".
Miguel Beleza salientou ainda que "era saudável que o pedido de ajuda tenha o apoio do maior partido da oposição", assim como dos restantes partidos

Na RTP 1
FERNANDO ULRICH, Presidente do BPI saúda a atitude de coragem do Primeiro Ministro e louva a decisão do Governo, dizendo que a decisão era inevitável depois de ter sido aberta a crise política com o chumbo do PEC

TOMÁS CORREIA, Presidente do Montepio, saúda a atitude Governo e do Primeiro Ministro e diz que a decisão era inevitável depois do chumbo do PEC na Assembleia da República

SABUGAL: O INTERIOR DO PAÍS NUNCA ESTEVE TÃO BEM COMO COM O ACTUAL GOVERNO

Sabugal, 06 abr (Lusa) - VISITA AO CONCELHO DO SABUGAL A CONVITE DO PRESIDENTE DA CÂMARA, O SOCIAL-DEMOCRATA ANTÓNIO ROBALO
O dia começou com uma reunião no Salão Nobre, com os funcionários da autarquia a quem dirigiu palavras de estímulo e apreço e apresentou aquilo que no seu entender são as inovações e os novos desafios para a administração local.
O Secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, considerou hoje que o interior do país nunca teve tanta atenção como na governação do atual primeiro-ministro.
Segundo o Secretário de Estado da Administração Local, o mais significativo é que "os investimentos, os maiores, os mais qualificados, na educação, na segurança social, ou na saúde, são os maiores dos últimos 100 anos".
"Não há memória em Portugal, não há comparação possível, quer em matéria dos investimentos, quer em matéria do conceito", disse, garantindo que o atual Governo tem tido "uma grande atenção pelo interior" do país.
José Junqueiro, que falava num concelho do interior, situado junto da fronteira com Espanha, deu o exemplo dos apoios disponibilizados atualmente para as 27 instituições particulares de solidariedade social locais, que atingem os 4,4 milhões de euros anuais, MAIS DE 11 000 EUROS POR DIA e que CRIARAM 435 postos de trabalho fixos, facto que concorre para uma FORTÍSSIMA ECONOMIA SOCIAL.
ESTÁGIOS NAS ADMINISTRAÇÃO LOCAL
Na sua deslocação, o governante visitou as instalações da Câmara Municipal do Sabugal, onde cumprimentou cinco jovens estagiários, ali colocados ao abrigo do programa de estágios de jovens licenciados na administração local.
José Junqueiro reconheceu que esta autarquia é "um exemplo a nível nacional" por aderir a este programa e apenas ter um jovem do concelho, sendo os restantes de Trancoso, Aveiro, Covilhã e São João da Madeira.
"É este o espírito do programa", salientou, referindo que a intenção é justamente permitir que "todos os jovens de Portugal pudessem concorrer para todo o lado", com a colaboração das autarquias locais.
Referiu que muitos jovens "já estão colocados mas encontramos algumas resistências em alguns Municípios, exatamente porque aqueles candidatos que foram selecionados não pertenciam à área do Município".
Adiantou que o Governo abriu duas mil vagas e já foram consolidadas 1.300, lembrando que, em anteriores programas, foram feitos "mais de 3.300 estágios" profissionais QUE ORIGINARAM 700 POSTOS DE TRABALHO FIXOS 

Na deslocação ao Sabugal, José Junqueiro também visitou o Balcão Único da Câmara Municipal e assistiu à apresentação de propostas de reestruturação de Serviços Municipais e de Regeneração Urbana.

Em relação ao Balcão Único, declarou à Lusa que "é um exemplo da modernização administrativa promovida pelo Governo em colaboração com as autarquias locais".
Referiu que o serviço representa "uma oferta de simplificação" de serviços para o público, ao qual as Câmaras Municipais estão a aderir, como aconteceu em relação às Lojas do Cidadão.










       BIBLIOTECA E UNIVERSIDADE ABERTA


 JOVEM ESTAGIÁRIA DE S. JOÃO DA MADEIRA
 O PLANO PARA A REGENERAÇÃO URBANA


 JOVEM ESTAGIÁRIO
 SERVIÇOS EXTERNOS DA AUTARQUIA COM ISNTALAÇÕES DEFICIENTES
 CENTRO DO SABUGAL
 NA CASA DO CASTELO
 ENCONTRO COM OS JOVENS ESTAGIÁRIOS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL

 REUNIÃO FINAL DE BALANÇO COM O EXECUTIVO

 OS PROBLEMAS COM OS CAMINHOS CIRCUNDANTES DA BARRAGEM



quarta-feira, 6 de abril de 2011

O PRIMEIRO MINISTRO NA ENTREVISTA À RTP DEIXOU CLARO QUE:

Portugal foi o único país na Europa onde o PEC foi chumbado
As Oposições lideradas pelo PSD não apresentaram alternativa
As Oposições, por calculismo mesquinho, continuam a não apresentar alternativas
José Sócrates foi o ÚNICO político a apelar e lutar pelo entendimento e concertação

Portugal e os portugueses ficaram fragilizados e vulneráveis aos ataques dos sistemas financeiros internacionais
Os "ratings" do país, banca e empresas baixaram todos vários níveis
Os juros subiram para níveis perigosos e insuportáveis
O PSD tentará decapitar as "resistências" nacionais privatizando a Caixa Geral de Depósitos

Passos Coelho disse em Portugal e aos portugueses que chumbou o PEC por exigir sacrifícios excessivos
Passos Coelho, internacionalmente, disse em entrevista ter votado contra por o PEC ser Fraco e ele querer aplicar um PEC Forte, portanto com mais sacrifícios para os portugueses
A direita quer o FMI e não explica aos portugueses o que isso significa: despedimentos, sacrifícios insuportáveis e convulsões sociais.

O Presidente da República não fez o que devia e podia para evitar a crise
O Presidente da República não acompanhou o Primeiro Ministro nos apelos ao diálogo e entendimento.

E é unânime que a coligação negativa, liderada pelo PSD, para acabar com a avaliação nas escolas é um oportunismo eleitoral irresponsável e constitui uma derrota para todo o sistema educativo e um ultraje para todos os professores que deram o seu melhor e em função disso tiveram as melhores classificações.

Mesmo na RTP N, no curioso painel de comentadores, criteriosamente escolhido, esse gesto irresponsável - o fim da avaliação -  foi criticado ....

E também ficou claro que, apesar dos comentários sem possibilidade de réplica, os comentadores " temem" que o PS ganhe as eleições e a Direita as perca.

A BOA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL E A ESPERANÇA DE PORTUGAL QUE O PSD E OPOSIÇÃO DESTRUIRAM

NEGÓCIOS ONLINE

“A informação preliminar de Março aponta para um nível de redução” das despesas do Estado semelhante ao observado em Fevereiro, revela o MFAP num comunicado emitido esta tarde.
Em Fevereiro, a despesa total do Estado diminuiu 3,6%, num período em que a despesa primária caiu 3,3% e a despesa com pessoal recuou 8,2%, face ao mesmo período do ano passado.
As Finanças realçam que com estas reduções, a evolução da despesa do Estado está a ser “mais acentuada do que a previsão do Orçamento do Estado para 2011”.
Quanto às receitas, o MFAP adianta que a informação existente aponta para “um aumento da receita fiscal do Estado de magnitude idêntica aos meses anteriores."

PACHECO PEREIRA dizia a 1 de Março ao DN da Madeira: se o Governo tiver uma boa execução orçamental, então deve ir até ao fim.

TUDO AO CONTRÁRIO, como vemos. Boa Execução Orçamental e Governo derrubado por iniciativa do PSD = Crise Política + Crise Financeira = a maiores sacrifícios para os portugueses.

DURÃO BARROSO RECONHECE AS DIFICULDADES CRIADAS PELO PSD

O social-democrata Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, vê com preocupação a crise política em que o PSD e demais Oposição lançaram Portugal. Apoiou o PEC do Governo Português, o mesmo que o seu partido, PSD chumbou- caso único na Europa. Teme o pior da irresponsabilidade de Passos Coelho.
Em pouco mais de 10 dias, depois do PSD ter liderado o derrube do Governo, Portugal viu cortado, sucessivamente, o "rating" da República, dos Bancos e das Empresas.
Dinheiro mais caro e juros mais altos implicarão um confrangimento sem precedentes aos portugueses. São estes 10 milhões em que José Sócrates pensa e que o leva resistir ao FMI e ao pedido de ajuda externo, ATÉ AO LIMITE DO POSSÍVEL!
Foi sobre isto, sobre a irresponsabilidade do seu partido, o PSD, que Durão Barroso foi questionado no Parlamento Europeu. E foi isto que teve de responder: Portugal ficou pior depois do chumbo do PEC.

"Estrasburgo, França, 05 abr (Lusa) -- O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, admitiu hoje que a crise política dificultou a situação de Portugal, quando confrontado durante um debate no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, sobre as responsabilidades do PSD na queda do Governo.
Respondendo em concreto a uma intervenção do líder parlamentar dos socialistas europeus, o alemão Martin Schulz, que criticou a reprovação do Programa de Estabilidade e Crescimento pelo PSD, lembrando que esse é o partido de Durão Barroso, este respondeu que, enquanto presidente da Comissão, não interfere na política interna portuguesa, mas reconheceu que uma situação que já era "bastante difícil" ainda se tornou mais complicada.
Na sua intervenção, Schulz afirmara que, sendo verdade que não podem ser atribuídas culpas a Durão Barroso, por este já não liderar o PSD, foi o seu partido que precipitou a crise política em Portugal ao inviabilizar um PEC necessário para o país cumprir os seus compromissos no quadro do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
"Meu amigo Martin Schulz, você sabe muito bem que enquanto presidente da Comissão Europeia não posso interferir na política interna portuguesa (...) mas, ao mesmo tempo, devo dizer-lhe que uma crise política em Portugal não tornou a questão mais fácil, e Portugal já tinha uma situação bastante difícil", disse Durão Barroso, no período final de respostas de um debate consagrado ao último Conselho Europeu, de 24 e 25 de março, realizado imediatamente a seguir à demissão do Governo português."

MORAIS SARMENTO - PSD não devia ter posto em causa o PEC 4.Esse foi o maior erro” do PSD, porque o que foi negociado em Bruxelas não “tinha volta atrás”, diz o antigo dirigente social-democrata.

A irresponsabilidade chama-se Oposição e tem como nome próprio Passos Coelho, um político imaturo que, segundo Pacheco Pereira, já era assim antes de ser líder do PSD.