quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

José Junqueiro e Luísa Salgueiro - Relatório Anual da Diabetes na Comissão de Saúde

Na AR, Comissão de Saúde, os deputados José Junqueiro e Luisa Salgueiro participaram na apresentação do relatório Anual do Observatório Nacional da Diabetes que revela para uma prevalência de 12,9%, mais de um milhão de pessoas e, estima-se, 5,6%, cerca de 400 mil pessoas possuem a doença não diagnosticada. 
A importância de um melhor conhecimento da diabetes é transversal a realidades várias na saúde de população. Por exemplo, 28% das pessoas que fazem hemodiálise têm a montante a diabetes como causa. A participação de Luís Gardete Correia, presidente do Observatório, José Manuel Boavida, presidente do Programa Nacional para a Diabetes e José Luís Medina, presidente da Sociedade Portuguesa de Diabetologia, revelou-se fundamental para a compreensão global dos diferentes grupos parlamentares. Da reunião fica a necessidade de trazer à ordem do dia uma chamada de atenção forte sobre este problema.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

José Junqueiro e Elza Pais - SICAD (Observatório das Drogas e Toxicodependências)

José Junqueiro e Elza Pais, participam, neste momento, no âmbito da Comissão de Saúde, na AR, na apresentação e discussão do relatório anual (2012) sobre a "Situação do País em matéria de Drogas e Toxicodependências. 
A mesa, presidida por Maria Antónia Almeida Santos, está constituída por Manuel Cardoso (vice-presidente do SICAD, João Goulão, presidente, Wolfgang Gottz, Diretor do Observatório Europeu para a Droga e Toxicodependência, e Gonçalo Felgueiras, também do Observatório Europeu.
Mantém-se o mesmo padrão de consumo, elevado, mas as novas drogas têm vindo a substituir as antigas, com predominância para a Cannabis e Ecstasy. Elza Pais critica a extinção do IDT, bem como a nova organização dos serviços, ao mesmo tempo que elogia o trabalho competente dos profissionais. De facto, só a sua entrega e dedicação profissional permite continuar a dar resposta a uma situação fortemente complexa
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Penalva do Castelo - José Junqueiro com Francisco Carvalho em Germil - Almoço de Natal

José Manuel, Francisco Lopes e José Junqueiro
José Junqueiro, a convite da nova presidente da junta de Germil, Marlene Lopes, foi ao almoço de Natal da residência de idosos, propriedade da associação os Melros, presidida por José Manuel que, na ocasião, deu as boas-vindas a todos os presentes
O recém eleito presidente de câmara, o socialistas Francisco Carvalho, esteve presente e teve ocasião de dirigir palavras amigas a todos os presentes, nomeadamente a José Junqueiro pelo facto de ao longo de muitos anos ter com ele desenvolvido um trabalho político e uma relação pessoal persistentes e decisivos para a vitória na autarquia de Penalva
Marlene Lopes, presidente da junta de Germil
Elogiou o trabalho desenvolvido pela associação e referiu-se ao significado particular da "prenda do dia", uma cadeira de mobilidade e uma outra de repouso, para o jovem João. Foi um esforço financeiro que resultou da iniciativa generosa de três jovens, a que vários particulares se associaram, tais como o padre Zé, estimado por todos.  A própria autarquia foi parte desse esforço, atitude consentânea com a atividade solidária que Francisco Carvalho tem desenvolvido ao longo da sua vida. 
Marlene Lopes, a presidente da junta, foi a grande organizadora do evento e coordenadora das atividades que se desenvolveram ao longo da tarde. Ao convívio familiar juntou-se a prestigiada Tuna Realense.



A mais jovem com 106 Primaveras
 Tuna Realense


 José Manuel e a Tuna Realense


Francisco Carvalho, presidente da câmara


Marlene Lopes, presidente da junta

 Os jovens cantores do Natal


 As prendas do João
Padre Zé
Presidente da AM

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Seguro sublinha que Lagarde deu razão ao PS .... inevitavelmente!!!

António Seguro sublinhou as recentes declarações da responsável do FMI, Christine Lagarde, que vão ao encontro do que o PS sempre disse e propôs. O governo este estes anos em estado de negação, não quis admitir o óbvio, e só agora se confessa surpreendido por tais declarações.

"Não foi só o primeiro-ministro que esta semana veio dizer que o PS tinha razão. Também a diretora do FMI veio dizer isso, que de facto os países do ajustamento precisavam de ter mais tempo", afirmou António José Seguro, discursando no Multiusos de Gondomar, no jantar de Natal da Distrital do PS Porto. 

O líder socialista criticou a atitude dúplice da organização liderada por Christine Lagarde, que esta semana reconheceu erros nos programas aplicados a países sob resgate, como Portugal, aos quais deveria ter sido concedido mais tempo para o ajustamento."

domingo, 15 de dezembro de 2013

CIÊNCIA - Prémio Pessoa - Maria Manuel Mota

Todos os dias se comprove que, afinal, não houve uma década perdia"O prémio é para toda uma geração" (JJ)
"Investigadora Maria Manuel Mota, de 42 anos, venceu o Prémio Pessoa e dedicou-o à nova vaga de cientistas que, tal como ela, voltaram a Portugal  

Maria Manuel Mota ainda não se tinha refeito da surpresa de vencer a 27.ª edição do Prémio Pessoa quando falou ao CM. 
"Nunca me passou pela cabeça ganhar. Isto vai motivar a minha equipa a andar para a frente. Mas é sobretudo um prémio para toda uma geração de investigadores que o País apoiou com bolsas no estrangeiro e que voltou para dar um empurrão enorme à ciência portuguesa" afirmou a investigadora, natural de Vila Nova de Gaia e que fez licenciatura em Biologia e mestrado em Imunologia na Universidade do Porto.  
Prosseguiu os estudos em Inglaterra e nos Estados Unidos e regressou a Portugal há 11 anos, chefiando atualmente o grupo de vinte cientistas que estuda a malária no Instituto de Medicina Molecular, em Lisboa. A cientista avisa para os perigos atuais." Por causa da crise, estamos sempre à beira do precipício, e há o risco de tudo o que foi construído ser destruído", diz.
Além da investigação sobre a malária, a investigadora foi premiada pela atividade de filantropia científica, como fundadora da Associação Viver a Ciência.
Maria Manuel Mota, de 42 anos, ainda não pensou no que fará com os 60 mil euros do prémio, mas garante que este valor "vai ajudar" na investigação que está a desenvolver. A investigadora foi felicitada pelo Governo e pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.  

(texto de BERNARDO ESTEVES)

sábado, 14 de dezembro de 2013

Ora...Ora!!!" - Queixa na Ordem dos Médicos pode vir a custar 102 euros

A Ordem dos Médicos, depois de tentar diminuir o número de estudantes em Medicina quer. agora, obrigar a pagar o cidadão que queira reclamar. Ora...Ora!!!

"Proposta de revisão de estatutos contempla pagamento de custas e de taxas pelos queixosos, mas deverá prever isenções
 A Ordem dos Médicos (OM) quer passar a cobrar custas e taxas às pessoas que apresentem queixas contra os clínicos na instituição, de forma a evitar que as participações sem fundamento se multipliquem e a tornar mais rápidas as decisões. O valor destes pagamentos (que surgem na proposta da revisão de estatutos da OM) ainda vai ser definido por regulamento próprio, mas pode ascender a 102 euros.
O que se propõe é que as custas pelas participações à OM possam ser "indexadas ao valor da unidade de conta, que é o valor-base que a lei tem por referência para determinar as custas judiciais (dos processos nos tribunais)", explicou ao PÚBLICO o reeleito presidente da Secção Regional do Norte da Ordem, Miguel Guimarães. 
Actualmente, a unidade de conta tem "o valor de 102 euros", precisou. O pagamento de custas (pelas participações) e de taxas (pelos recursos das decisões) foi introduzido na proposta de estatutos "não para diminuir as queixas" mas para responsabilizar as pessoas e ajudar a financiar e agilizar as actividades dos conselhos disciplinares (que são apenas suportadas pelas quotas dos médicos), justificou Miguel Guimarães. A proposta de revisão dos estatutos da OM está desde Fevereiro a aguardar apreciação no Ministério da Saúde e, depois, terá que ser aprovada na Assembleia da República. 
O regulamento poderá prever isenções, no caso de os queixosos provarem a sua insuficiência económica, e que, quem se queixar com razão, receberá de volta o dinheiro. Se a medida for aprovada, vai ser criada uma espécie de "taxa de justiça" a pagar pelas pessoas que fazem participações de médicos, mas num valor baixo, "não dissuasor", como o dos tribunais, garantiu entretanto ao PÚ- BLICO o reeleito bastonário da OM, José Manuel Silva. "Mas ainda está tudo em aberto, não sabemos se a proposta irá ser aprovada", sublinhou. A possibilidade de pagamento de custas - adiantada na edição desta sexta-feira do Diário de Notícias - já está, porém, a desencadear polémica. 
O ainda bastonário da Ordem dos Advogados (OA), Marinho e Pinto, discorda frontalmente da medida. "Exigir dinheiro para apreciar queixas visa desincentivar as pessoas [de as apresentar] e não é próprio de uma associação de direito público", sustenta. O advogado acrescenta que na OA "houve dirigentes e membros de conselhos disciplinares a reclamar" uma taxa deste tipo, medida a que sempre se opôs. "Haver muitas queixas é um bom sinal, é sinal de cidadania, mesmo que sejam infundadas. Não temos que ter medo dos cidadãos", sustenta.
O antigo bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, também não vê qualquer sentido nesta medida. "Essa proposta é um disparate e, provavelmente, nem sequer é legal. A Ordem é uma associação pública, não é um sindicato para defesa dos médicos. E, como associação pública, está ao serviço dos doentes", defendeu, em declarações à TSF. O antigo presidente do Conselho Disciplinar do Sul da OM, Freire de Andrade, também não concorda com "o pagamento de emolumentos". "Não vai resolver o problema do excesso de processos e vai criar dificuldades a quem não devia ter dificuldades", diz.
José Manuel Silva retorque que "falta uma cultura de reclamação" em Portugal - "é preciso distinguir entre reclamações com consequências e reclamações feitas só num impulso de momento" - e nota que as queixas têm aumentado. As pessoas não fazem ideia da despesa imensa e das horas de trabalho despendidas". Em 2012, os três conselhos disciplinares regionais receberam 748 participações, mais de metade das quais (421) no Sul. Em 2011, registaram-se 557 queixas e, em 2010, 447."

  Alexandra Campos