quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Cortes no investimento e carga fiscal baixam défice

Não há crescimento estruturante. Navega-se à vista. A sobrecarga fiscal que permitiu arrecadar mais mil milhões de euros acima do previsto e os cortes no investimento não geraram crescimento virtuoso, mas tão só números que criam a ilusão de que algo melhorou na economia. É o que conclui da análise da UTAO na AR.
Para o governo faz sentido despedir na administração pública onde já faltam médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar, polícias e até mesmo, por exemplo, nos serviços inspetivos do Estado. 
É a imaginação criativa da ministra das Finanças para atacar as "gorduras do Estado", a tal despesa fixa. Mas, para isso, não precisamos de ministro. Um técnico de contas seria suficiente e mais barato!

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