quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Fátima Cardoso - Cancro da mama. Novo teste pode poupar doentes à quimioterapia

Investigadora portuguesa Fátima Cardoso - Mama-print” faz uma espécie de bilhete de identidade do tumor, permitindo escolher a terapêutica mais indicada para cada caso.
As mulheres com cancro da mama nem sempre precisam de quimioterapia mas, na dúvida, muitas vezes optam por fazer este tratamento, uma situação que pode mudar graças a um ensaio clínico que está a ser feito há sete anos em nove países da Europa. 
Chama-se “Mama-print” e trata-se de uma análise genómica do tumor que permite escolher a terapêutica mais indicada para cada caso.
Para a oncologista Fátima Cardoso, que coordenou o estudo a nível europeu, este teste representa um grande avanço e “um exemplo de medicina personalizado”. 
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Nota curricular - (...) Depois de concluir, em 2000, a especialidade em Oncologia Médica no IPO do Porto, a médica e investigadora Fátima Cardoso, rumou até ao Instituto Jules Bordet, Bruxelas, onde permaneceu durante uma década. Para além do trabalho clínico era responsável pela investigação na área do cancro da mama. 
De regresso a Portugal, em 2010, passou a dirigir a Unidade de Mama do Centro Clínico Champalimaud. Um centro criado e equipado com uma equipa multidisciplinar cujo objectivo é o de prevenir, tratar e investigar doenças oncológicas. 
Ao longo da sua carreira, tem-se dedicado afincadamente ao estudo da biologia do cancro da mama, integrando vários grupos e instituições, nomeadamente, internacionais. Ao VerPortugal, Fátima Cardoso, fala sobre os projectos da Unidade que dirige, os passos que têm sido dados na área do cancro da mama e explica porque é difícil fazer investigação em Portugal (...).

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