A braços com com a crise da nova ministra das Finanças que Campos e Cunha não ter "peso
político e técnico para substituir Vítor Gaspar", "A partir deste
momento o primeiro-ministro é verdadeiramente o ministro das
Finanças" (Em entrevista ao DN), Passos Coelho desfaz-se em "fait-divers" de moderação e diálogo e propõe uma "União Nacional"
Seguro respode: "Eu considero que o nosso país precisa menos de palavras e mais de ação. E quem apela à união tem de se recordar do que fez durante dois anos: desunir os portugueses, criar pobreza, criar miséria e criar desemprego" ... "Confesso que não gostei da expressão, união nacional, porque ela está associada a um dos piores períodos da história do nosso país".
E eu lembro, perguntando: por que motivo, só agora, depois de sozinho, nas costas da AR e do PS, ter feio 7 revisões do memorando, ter elaborado o DEO e ter feito a combinata para o corte de 4,7 mil milhões de euros nos salários, pensões e reformas, repito, por que motivo, só agora, é que Passos Coelho se lembra do PS?
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