segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

ANTÓNIO SEGURO: NOMEAÇÕES NA EDP = APROPRIAÇÃO POR CLIENTELAS

EM FALSO, MAIS UMA VEZ - O actual 1º Ministro, em campanha, comprometeu-se com o fim das nomeações políticas, FAZENDO ENFOQUE nas EMPRESAS que DECIDEM na A ECONOMIA. De uma assentada, para a EDP, veio propor Eduardo Catroga, Celeste Cardona Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo e Ilídio Pinho. ESTÁ TUDO DITO!!!

"António José Seguro declarou-se hoje «muito surpreendido» com os nomes adiantados para o Conselho de Supervisão da EDP considerando que são uma «demonstração» da «apropriação por parte das clientelas dos partidos do Governo» de cargos públicos.
À margem de uma visita ao presépio vivo de Priscos, em Braga, o líder do PS afirmou ainda que as nomeações propostas para a EDP demonstram «mais uma promessa» de Pedro passos Coelho que «não está a ser comprida».
Seguro referia-se à promessa feira durante a campanha eleitoral pelo agora primeiro-ministro de «por um travão» a este tipo de nomeações.
«Considero que isto é mais uma demonstração daquilo que é a apropriação por parte das clientelas dos partidos do governo em relação a áreas importantes da nossa economia, onde o Estado ainda tem participação mas também do próprio aparelho do Estado», afirmou o líder socialista.
António José Seguro afirmou ter ficado «muito surpreendido» com as escolhas para ocupar o conselho de Supervisão da EDP e, realçando que não fazia «nenhuma referência a nomes», apontou como «facto» ser «evidente» a «identificação» dos nomes vindos a público com os «dois partidos do Governo».
Eduardo Catroga, Celeste Cardona Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo e Ilídio Pinho são alguns dos nomes propostos à Assembleia Geral de Accionistas para integrar o Conselho de Supervisão da EDP, tal como o Diário de Notícias hoje noticiou.
Para o secretário-geral do PS «houve um processo de privatização da EDP que aparentemente está associado a um processo de contrapartidas que passa pela governamentalização e partidarização deste conselho da EDP»,

Isto, para António José Seguro, «é um mau sinal».
O secretário-geral socialista afirmou ainda que «é necessário pôr um travão» neste tipo de «situação» e «sobretudo olhar para o sinal que se dá aos portugueses com indicações e nomeações desta natureza»."
Lusa/SOL

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